Ética
e mordomia cristã
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Pastor
Gilsom Menezes de Oliveira é o
Presidente
da Assembléia de Deus no Estácio
Situado
na rua hadok Lobo 92 Centro do Rio.
INTRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO DA MATÉRIA
Meus
queridos e diletos irmãos em Cristo Jesus, a paz do Senhor (Fp 4.7)
A
matéria que me proponho a abordar com os irmãos, é de suma importância para
toda a Igreja e em especial o corpo de obreiros.
Desejo
mensurar vários aspectos de um só tema: ÉTICA CRISTÃ .
Cada
obreiro antes de mais nada e acima de toda e qualquer coisa deva ter em mente
os dez mandamentos sobre os quais ele não deva
Jamais
transgredir; ei-los:
1. Não cobiçar nada dos outros. Tanto na
Igreja como fora dela.
2. Saber sentar-se com postura no
púlpito. Isto inclui não cruzar as pernas; não colocar as mãos em determinadas
partes do corpo.
3. Respeitar os outros em seus direitos.
Nunca pensar que têm maior potencial que a de seu irmão.
4. Não ser precipitado no falar;
lembre-se que todo varão deva se apto para ouvir tardio para falar e tardio em
se irar; além do mais responder antes de ouvir é astultícia e vergonha.
5. Amar ao próximo como a nós mesmos;
evitando envergonhá-lo publicamente; jamais devemos adjetivá-lo dando-lhe
qualidades deficitárias ou pejorativas; já que Deus não faz acepção de pessoas.
6. Cuidado com pessoas de sexo oposto,.a
popularidade é como uma espada de dois gumes tanto pode ajudar quanto prejudicar;os
contatos físicos devem se limitar no máximo a uma saudação com aperto de mãos.
7. Ser dizimista. O obreiro que não é
fiel no pouco jamais Deus o colocará no muito.
8. Cuidado com o corpo. Devemos entender
que ele é parte da mordomia cristã, e como tal Deus nos pedirá contas dele.
9. Acerca do casamento. Este deva ser
realizado preferencialmente uma única vez até que a morte
os separe ;o divórcio deva ser repudiado
por todo o obreiro sério e sincero.
10. Em relação ao tempo. Devemos entender
que o tempo é um milagre que não se repete, por isso devemos aproveitá-lo da
melhor forma possível, pois assim fazendo alcançaremos corações sábios.
Tendo em vista a necessidade de
melhor organizar o desenvolvimento desta tão importante disciplina procurei
apresentá-lo de forma didática e pedagogicamente e de forma seqüencial como a
ordem que se segue:
1.ÉTICA PROFISSIONAL.A despeito de
sermos cidadãos dos céus somos ao mesmo tempo cidadãos da terra; como tal temos
direitos e deveres a cumprir profissionalmente, pois só assim os homens verão
as nossas boas obras e glorificarão ao nosso pai que está nos céus.
2.DEFINIÇÃO DE ÉTICA CRISTÃ
3 OS SETE CONCEITOS DA ÉTICA CRISTÃ
a) Deus permite o divórcio? b)
Deus condena o aborto b) namorados e noivos como devam se comportar! d) em que
situação o sexo é pecado? e) a sensualidade é pecado? g) piadas evangélicas
devemos evitá-las
4.
DÍZIMOS E OFERTAS um bem necessário.
5. OS DEZ MANDAMENTOS DA MORDOMIA
CRISTÃ. Finalmente apresento um resumo contido subdividido em dez partes no
qual sintetizo o cerne desta doutrina nela temos menção sobre o significado da
mordomia; a mordomia, do corpo, do pensamento, das palavras, do tempo, do
domingo, da influência dos bens materiais, dos dízimos e das oportunidades.
Como falo a obreiros devo sintetizar
aqui o preço da liderança.
Toda liderança tem um preço a pagar,
pois quanto maior for a conquista maior será o preço a pagar; veja a seguir os
dez mandamentos de um líder:
1.Não usar de abuso de poder. Certas
pessoas quando chegam ao poder passam a tratar as demais como objeto, inclusive
no trato.
2. Aceitar críticas. O líder que não
se dispõe a aceitar as críticas não tem a tendência de ser bem sucedido.
3. O descanso regular. O obreiro deva
gozar do merecido repouso para manter a sua capacidade de resistência, evitando
assim o estresse.
4. Identificação. Todo
líder deva ter o prazer de caminhar com o povo que ele lidera
5. Orgulho e inveja. Elas são
irmãs gêmeas se o obreiro adquire popularidade pode se tornar vítima de tal
malefício a partir do momento que ele achar que é o dono da situação.
6. Rejeição. O obreiro precisa estar
apto a enfrentar a qualquer momento a rejeição por parte de algum segmento da
Igreja
7. Solidão. Pode chegar o momento em que
todos o deixem então ele deva ser forte para vencer. Pois até o Senhor o
enfrentou.
8. Tempo para pensar. Cada obreiro deva
ter o tempo suficiente para ser criativo, evitando atitudes e decisões
precipitadas.
9. Coragem para decidir. Chegará o
momento em que o obreiro terá que decidir a favor do bem estar do rebanho
tomando decisões contra determinadas pessoas por ele consideradas amigas.
10. Utilização do tempo. Não devemos
perder tempo com coisas que não edificam o Reino de Deus e a sua justiça.
O seminário em curso tem a duração
mínima de dois meses desde que funcione duas vezes por semana, numa carga
horária de duas horas por aula.
Este não é ainda um curso completo
direcionado aos obreiros, mas o início dele.
Ao final desse período teremos uma
avaliação para todos os obreiros participantes visando dimensionar o índice de
aproveitamento e o acesso ao diploma do certificado de conclusão.
Para ter direito a ele (o diploma) o
obreiro não pode faltar a mais do que a metade das aulas.
Antes de se iniciar teremos com os
participantes um período de quinze minutos de oração a Deus para que o seu
Espírito Santo possa nos iluminar e dar entendimento sobre a matéria em curso.
Boa sorte! E que você tenha um bom aproveitamento desta matéria.
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Frases
e pensamentos sobre Ética e mordomia Cristã
·
·
· Nem tudo o que dá certo é certo.
(David Capistrano)
· Assim devemos ser todo dia, mutantes,
porém, leais com o que pensamos e sonhamos; lembrem-se, tudo se desmancha no
ar, menos os pensamentos. (Paulo Baleki)
· Uma comissão consiste de uma reunião
de pessoas importantes que, sozinhas, não podem fazer nada, mas que, juntas,
decidem que nada pode ser feito. (Fred Allen)
· Tente mover o mundo - o primeiro
passo será mover a si mesmo. (Platão)
A confiança perdida é difícil de
recuperar. Ela não cresce como as unhas. (Johannes Brahms
· Bom de briga é aquele que cai fora.
(Adoniram Barbosa)
· Jamais diga uma mentira que não possa
provar. (Millor Fernandes)
· Todos nós nascemos originais e morremos
cópias. (Carl J. Jung)
· Nunca esqueças os benefícios que
recebeste, mas esquece rapidamente os que fizeste. (Público Siro)
· Mesmo sendo casto como gelo e puro
como a neve, ninguém está livre da calúnia. (Shakespeare)
· Falemos sempre de qualquer pessoa
como se ela estivesse presente.
(Chiara Lubich)
(Chiara Lubich)
· Confiança é algo que não se pode
perder sem mais nem menos e que não é fácil de reconquistar. (M. Harris)
· A maior força consiste em reconhecer
a própria fraqueza. (J.C.Barreau)
· Ao avarento falta tanto o que tem
como o que não tem. (A Rivarol)
· Quem sabe adular também é capaz de
caluniar. (Napoleão)
· O mundo julga pelas aparências e
quase sempre se engana. ( João XXIII)
· As coisas mais difíceis de se ver são
as que estão debaixo de nossos olhos.
(V G Rossi)
(V G Rossi)
· Só progride quem é modesto. O orgulho
obriga a dar passos para trás. (Mao Tsé-tung)
· Não ser humilde quer dizer, próximo
ao chão, é iludir-se a si mesmo e não se conhecer. (Jean Sulivan)
· Só quem já se modificou pode
modificar os outros. (S. Kierkegaard)
· (A Daudet) Os homens
envelhecem. mas nem sempre amadurecem.
· Os fracos nunca podem perdoar.
(Gandhi)
· Se a chama que está dentro de ti se
apagar, as almas que estão do teu lado morrerão de frio. (Mauriac)
· O ambicioso só pensa em elevar-se,
sem se preocupar como descerá. O desejo de subir destrói nele o medo de cair.
(Thomas Adams)
· Muitas vezes nossa maneira de
justificar um erro agrava-o . (Shakespeare)
· Uma coletânea de pensamentos é uma
farmácia moral onde se encontram remédios para todos os males. (Voltaire)
· Nós sempre temos a tendência de ver
coisas que não existem, e ficar cegos para as grandes lições que estão diante
de nossos olhos.
· O homem não é tão ferido pelo que
acontece, e sim por sua opinião sobre o que acontece. (Montaigne)
· É preciso coragem para levantar e
falar, mas também é preciso coragem para sentar e ouvir.
· As coisas não mudam, nós é que
mudamos. O início de um hábito é como um fio invisível, mas cada vez que o
repetimos o ato reforça o fio, acrescenta-lhe outro filamento, até que se torna
um enorme cabo e nos prende de forma irremediável, no pensamento e ação.
(Orison Swett Marden)
·
· Se ficarmos reparando os defeitos das
outras pessoas nunca iremos participar da vida, pois vamos nos contentar com as
nossas desculpas.
· Se a chama que está dentro de ti se
apagar, as almas que estão do teu lado morrerão de frio. (Mauriac)
· O pensamento faz o homem; por isso o
bom pensamento é a coisa mais importante da vida. (James Allen)
· Quando a honra de um homem é
inatacável, fica-lhe decente qualquer roupa que vista. (Hamassa)
· Convém em certas ocasiões
ocultar o que se traz no coração. (Molière)
· Sob a direção de um forte general,
não haverá jamais soldados fracos. (Sócrates)
Ilustrações
referentes à matéria
1. O lenhador e a raposa
Existiu um
lenhador que acordava às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando
lenha, e só parava tarde da noite. Esse lenhador tinha um filho, lindo, de
poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua
total confiança.
Todos os dias o
lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites
ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os vizinhos do
lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e portanto não
era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador sempre
retrucando com os vizinhos, falava que isso era uma grande bobagem. A raposa
era sua amiga jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: “Lenhador, abra os
olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando sentir fome, comerá seu filho!”
Um
dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários,
ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente
ensangüentada...
O
lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da
raposa...
Ao
entrai no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo
tranqüilamente e ao lado do berço... uma cobra morta.
O
lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia
em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu
caminho e não se deixe influenciar.., mas, principalmente, nunca tome decisões
precipitadas...
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2. O CÍRCULO DA TOLERÂNCIA
Um famoso senhor
com poder de decisão gritou com um diretor da sua empresa, porque estava com
ódio naquele momento. O diretor, chegando em casa gritou com sua esposa,
acusando-a de que estava gastando demais, porque havia um bom e farto almoço à
mesa. Sua esposa gritou com a empregada que quebrou um prato. A empregada
chutou o cachorrinho que tropeçou no mesmo. O cachorrinho saiu correndo, e
mordeu uma senhora que ia passando pela rua, porque estava atrapalhando sua
saída pelo portão. Essa senhora foi à farmácia para tomar vacina e fazer um
curativo, e gritou com o farmacêutico, porque a vacina doeu quando foi
aplicada. O farmacêutico, chegando em casa, gritou com sua mãe, porque o jantar
não estava a seu gosto. Sua mãe, tolerante, um oceano de amor e perdão, afagou
seus cabelos e o beijou na testa, dizendo: “filho querido, prometo que amanhã
farei os seus doces favoritos. Você trabalha muito, está cansado e precisa de
uma boa noite de sono. Vou trocar os lençóis da sua cama por outros bem
limpinhos e cheirosos para que você descanse em paz. Amanhã você vai sentir-se
melhor”. E o abençoou, retirou-se e o deixou sozinho com os seus pensamentos.
Naquele momento,
rompeu-se o circulo do ódio porque esbarrou-se com a tolerância, a doçura, o
perdão e o amor.
“A boca do justo
é manancial de vida, mas a violência cobre a boca
dos ímpios.” Prov. 10:11
Assim é a
vida... Muitas vezes nosso julgamento sobre a felicidade alheia pode ser
responsável pela nossa infelicidade... Diálogo, franqueza, com delicadeza
sempre, são o melhor remédio.
3. O preço da precipitação
Era um
pastor. Foi visitar, com outro irmão, uma pessoa de sua igreja. Foram
muito bem recebidos. Conversa vai, conversa vem, a bíblia é lida,
fora feitas as orações, o clima é ótimo. Antes de sair, a irmã
oferece-lhes um cafezinho, como recomenda a boa etiqueto do
interior do Brasil. O cafezinho é trazido e deixado diante
deles. A anfitriã retorna à cozinha e os deixa à vontade. Os dois vão com muita
sede ao pote. Mas...
O pastor
fecha os olhos e faz uma cara de quem experimentou fel. O cafezinho estava morno,
vencido, duro de descer. Não teve dúvida. Como estivesse
perto da janela, atirou por ela o líquido intragável. Não havia
reparado, entretanto, num pequeno detalhe: a xícara era daquelas de louça
encaixado num suporte de aço inoxidável, portanto, destacável. Ou seja, ao
atirar pela janela o cafezinho sem graça, lá se foi junto a
xícara.
Aprendemos uma
lição com o episódio:
não vale a pena
reagir sem primeiro examinar todos os lados de uma mesma questão.
Ceder aos
impulsos do momento pode exigir depois um preço alto. Ao recomendar
prudência e paciência aos seus leitores, a bíblia quer, na verdade, poupa-los
de vivenciar as mais embaraçosas situações. Um desses conselhos foi dado por
Tiago:
•Todo homem seja pronto para ouvir,
tardio para falar, e tardio para se irar. (Tiago1.19)
.Acerca
de não ser precipitado em suas atitudes e decisões.
4. Três Conselhos
Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior.
Um dia, o marido fez a seguinte proposta a esposa: - Querida, eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um
emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar
longe, só peço uma coisa, que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você.
Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para
ajudá-lo em sua fazenda.. O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito. O pacto seria o seguinte: - Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o Senhor me dispensa das minhas obrigações.
- Eu não quero receber o meu salário. Peço que o Senhor o coloque na poupança, até o dia em que eu for embora. - No dia em que eu sair o Senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho.
Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso. Depois de vinte anos, chegou para o patrão e disse:
- Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa.
O patrão então lhe respondeu: - Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes, quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
- Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora, ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai
embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
- Vá para o seu quarto, pense e depois me dde a resposta.
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: - Quero os três conselhos.
O patrão novamente frisou: - Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro.
E o empregado respondeu: - Quero os conselhos.
O patrão então lhe falou:
01) Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;
02) Nunca seja curioso para aquilo que é mal, pois a curiosidade pro mal pode ser mortal;
03) Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
- Aqui você tem três pães, dois para você comer durante a viagem e o terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa. O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava. Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou: - Pra onde você vai?
Ele respondeu: - Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada. O andarilho disse-lhe então: - Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que "é dez" e você chega em poucos dias. O rapaz contente começou a seguir pelo atalho, quando se lembrou do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois, soube que o atalho levava a uma emboscada. Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão à beira da estrada, onde pôde hospedar-se. Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada, acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito. Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido. O hospedeiro disse: E você não ficou curioso? ele disse que não. No que o hospedeiro respondeu: - Você é o primeiro hóspede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura; grita durante a noite e quando o hospede sai, mata-o e enterra-o no quintal. O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa. Depois de muitos dias e noites de caminhada... Já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pôde ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade. Respirou fundo, apressou os passos, quando se lembrou do terceiro conselho. Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse: - Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu
patrão e pedir que ele me aceite de volta. Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela. Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então, com lágrimas nos olhos, ele lhe diz:
- Eu fui fiel a você e você me traiu. . . Ela espantada lhe responde: - Como? Eu nunca te traí, esperei durante esses vinte anos!
Ele então lhe perguntou:
- E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer?
E ela lhe disse: - Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade. Então o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café. Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão. Após a oração de agradecimento, com lágrimas de
emoção, ele parte o pão, e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação e trabalho.
Muitas vezes achamos que o atalho "queima etapas" e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade... Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará... Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois... Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e não se esqueça também, de CONFIAR ( mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança )
Acerca
dos maus pensamentos
5. Maus pensamentos
João
Bonon Netto escreveu o texto abaixo que me fez refletir na vida e como nos
relacionamos uns com os outros. Convido você a ler com atenção:
O
pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo fortes os seus pés no assoalho
da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal fazer alguns serviços na
horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Zeca, de oito anos de
idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala
irritado:
"Pai
estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo
de ruim para ele."
Seu
pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta, calmamente, o filho que
continua a reclamar:
"O
Juca me humilhou na frente dos meus amigos; não aceito; gostaria que ele
ficasse doente sem poder ir à escola."
O
pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco
cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou
calado. Zeca viu o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma
pergunta, o pai lhe propõe algo:
"Filho,
faz de conta que aquela camisa branquinha que esta secando no varal é o seu
amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a
ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço.
Depois eu volto para ver como ficou."
O
menino achou que seria uma brincadeira divertida e pos mãos à obra. O varal com
a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se
passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe se
aproxima do menino e lhe pergunta:
"Filho
como esta se sentindo agora?"
"Estou
cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na
camisa."
O
pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e
carinhoso lhe fala:
"Venha
comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa." O filho acompanha o
pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu
corpo todo.
Que
susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz
ternamente:
"Filho,
você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que
desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos
atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resmungos, a
fuligem, ficam sempre em nós mesmos..."
É
por isto que Deus nos fala na Bíblia:
"Se você não quer se meter em
dificuldades, tome cuidado com o que diz."
"Quem não sabe se controlar é tão sem defesa como uma cidade sem muralhas."
"Quem controla as suas palavras é sábio, e quem mantém a calma mostra que é inteligente. Até o tolo pode passar por sábio e inteligente se ficar calado."
"Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo."
"Quem não sabe se controlar é tão sem defesa como uma cidade sem muralhas."
"Quem controla as suas palavras é sábio, e quem mantém a calma mostra que é inteligente. Até o tolo pode passar por sábio e inteligente se ficar calado."
"Quem toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida, mas quem fala demais destrói a si mesmo."
Peça
agora a ajuda Deus para não se "sujar com os carvões da vida"!
Deus
o abençoe!
Texto
bíblico utilizado: Provérbios 21:23;25:28;17:27,28;13:3.
.Acerca da
necessidade de atualizar os nossos conhecimentos.
6. Pedro e seu
machado
Pedro, um lenhador, após um grande
trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo
cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos...
Saiu, então, à procura de nova
oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia
completamente do biótipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava
era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto,
julgavam-no um ótimo profissional.
Em suas andanças, Pedro chegou a uma
área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao
capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após
um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável,
foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não
de "catadores de gravetos". Pedro, necessitando do emprego, insistiu.
Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade.
Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu
levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse
servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...
Sob os olhares dos demais lenhadores,
Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de
"madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no
primeiro golpe. Todos ficaram atônitos! Como era possível tão grande habilidade
e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore
numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho
era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte
adicional de receita.
O tempo foi passando e,
gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O
fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais.
Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os
lenhadores que menos produziam...
O capataz que, apesar da sua rudeza,
era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não
sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso,
minha produção está decaindo".
O capataz pediu, então, que Pedro lhe
mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de
"dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por
que você não afiou o machado?". Pedro, surpreso, respondeu que estava
trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de
trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu
machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe
foi mandado. Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma
antiga: conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.
A lição que Pedro recebeu cai como
uma luva sobre muitos de nós - preocupados em executar nosso trabalho ou, pior
ainda, julgando que já sabemos tudo o que é preciso, deixamos de "amolar o
nosso machado", ou seja, deixamos de atualizar nossos conhecimentos. Sem
saber por que, vamos perdendo posições em nossas empresas ou nos deixando
superar pelos outros. Em outras palavras, perdemos a nossa potencialidade.
Muitos avaliam a experiência que
possuem pelos anos em que se dedicam àquilo que fazem. Se isso fosse verdade,
aquele funcionário que aprendeu, em 15 minutos, a carimbar os documentos que
lhe chegam às mãos, depois de 10 anos na mesma atividade poderia dizer que tem
10 anos de experiência. Na realidade, tem 15 minutos de experiência repetida
durante muitos anos.
A experiência não é a repetição
monótona do mesmo trabalho, e sim a busca incessante de novas soluções, tendo
coragem de correr riscos que possam surgir. É "perder tempo" para
afiar o nosso machado
· O.sucesso resulta de cem pequenas
coisas feitas de forma um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas
feitas de forma um pouco pior.
(Henry Kissinger)
(Henry Kissinger)
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I.Ética
profissional
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"Difícil não é fazer o que é
certo, é descobrir o que é certo fazer."
Robert Henry Srour
|
A
ética está presente em todas as raças. Ela é um conjunto de regras,
princípios ou maneira de pensar e expressar. Ética é uma palavra de
origem grega com duas traduções possíveis: costume e propriedade de
caráter.
Ser
Ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os
outros. É ser altruísta(dic), é estar tranqüilo com a consciência
pessoal. "É cumprir com os valores da sociedade em que vive, ou seja, onde
mora, trabalha, estuda, etc."
Ética é tudo que envolve integridade, é ser honesto em qualquer situação, é ter coragem para assumir seus erros e decisões, ser tolerante e flexível, é ser humilde.
Todo ser ético reflete sobre suas ações, pensa se fez o bem ou o mal para o seu próximo. É ter a consciência " limpa".
Ética é tudo que envolve integridade, é ser honesto em qualquer situação, é ter coragem para assumir seus erros e decisões, ser tolerante e flexível, é ser humilde.
Todo ser ético reflete sobre suas ações, pensa se fez o bem ou o mal para o seu próximo. É ter a consciência " limpa".
Um
profissional deve saber diferenciar a Ética da moral e do direito. A moral
estabelece regras para garantir a ordem independente de fronteiras
geográficas. O direito estabelece as regras de uma sociedade delimitada pelas
fronteiras do Estado. As leis têm uma base territorial, valendo apenas para
aquele lugar. Pessoas afirmam que em alguns pontos elas podem gerar conflitos.
O desacato civil ocorre quando argumentos morais impedem que uma pessoa acate
certas leis. As vezes as propostas da ética podem parecer justas ou
injustas. Ética é diferente da moral e do direito porque não estabelece regras
concretas.
A Ética profissional se inicia com a reflexão. Quando escolhemos a nossa profissão, passamos a ter deveres profissionais obrigatórios. Os jovens quando escolhem sua carreira, escolhem pelo dinheiro e não pelos deveres e valores. Ao completar a formação em nível superior, a pessoa faz um juramento, que significa seu comprometimento profissional. Isso caracteriza o aspecto moral da ética profissional. Mesmo quando você exerce uma carreira remunerada, não está isento das obrigações daquela carreira.
Nós adolescentes temos várias perguntas para fazer sobre o futuro profissional.
Quando temos uma carreira a seguir devemos colaborar mesmo com o que não é proposto.
Muitas propostas podem surgir, por isso devemos estar receptivos.
A Ética profissional se inicia com a reflexão. Quando escolhemos a nossa profissão, passamos a ter deveres profissionais obrigatórios. Os jovens quando escolhem sua carreira, escolhem pelo dinheiro e não pelos deveres e valores. Ao completar a formação em nível superior, a pessoa faz um juramento, que significa seu comprometimento profissional. Isso caracteriza o aspecto moral da ética profissional. Mesmo quando você exerce uma carreira remunerada, não está isento das obrigações daquela carreira.
Nós adolescentes temos várias perguntas para fazer sobre o futuro profissional.
Quando temos uma carreira a seguir devemos colaborar mesmo com o que não é proposto.
Muitas propostas podem surgir, por isso devemos estar receptivos.
7. REFLEXÃO
Havia uma
fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados. Os trabalhadores
estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o
pouco que sobrava das refeições.
Todos que viviam
ali trabalhavam na roça do Sinhozinho, um homem rico e poderoso, que, dono de
muitas terras exigia que todos trabalhassem duro pagando por isso muito pouco.
Um dia chegou
ali um novo empregado. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.
Recebeu como
todos uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.
O jovem vendo
aquela casa suja e largada, resolveu dar-lhe vida nova. Pegou uma parte de suas
economias, foi até a cidade comprou algumas latas de tinta. Chegando em casa,
em
suas horas
vagas, cuidou da limpeza, lixou as paredes com cores alegres e brilhantes,
colocou flores
nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada chamava a atenção de todos que
passavam.
O jovem sempre
alegre trabalhava feliz na fazenda.
Os outros
trabalhadores lhe perguntavam:
- Como você
consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?
O jovem olhou
para os amigos e disse:
- Bem, este
trabalho, hoje, é tudo o que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar prefiro
agradecer por ele. Quando aceitei este trabalho sabia de suas limitações. Não é
justo que
- agora que estou
aqui, fique reclamando. Eu o aceitei e farei com capricho e amor aquilo que
aceitei fazer. Os outros olharam admirados. Como ele pode pensar assim? Afinal,
acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino.
O entusiasmo do
rapaz em pouco tempo chamou a atenção de Sinhozinho que passou a observar a
distância os passos dele. Um dia Sinhozinho pensou:
- Alguém que
cuida com tanto cuidado e carinho da casa que emprestei, cuidará também
com o mesmo
capricho da minha fazenda. Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e
preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda.
Sinhozinho, foi
até a casa do rapaz, e, após tomar um café fresco, ofereceu ao jovem um emprego
de administrador da fazenda..
O rapaz
prontamente aceitou.
Seus amigos
agricultores novamente foram perguntar-lhe:
- O que faz com
que algumas pessoas sejam bem sucedidas e outras não?
E ouviram com
atenção a resposta:
NÃO EXISTE
REALIDADE, EXISTE NO HOMEM, A CAPACIDADE DE REALIZAR!”
Uma bela lição
encerra essa estória.
TRABALHE SEMPRE
COM ALEGRIA,FAÇA DO SEU TRABALHO UM MOTiVO DE CONTENTAMENTO.
Seja ele qual
trabalho for.
Todo trabalho é
DIGNO e BELO.
É necessário, e
lhe faz bem, colocar AMOR em tudo o que se faz nessa vida.
Só
REALIZA, quem assim age.
Sabemos
que existem vários tipos de ÉTICA: ética social, do trabalho, familiar,
profissional.
Ética profissional é refletir sobre as ações realizadas no exercício de uma profissão e deve ser iniciada antes da prática profissional.
Se você já iniciou a sua atividade profissional fora da área que você gosta não quer dizer que você não tenha deveres e obrigações a cumprir como profissional.
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Ética profissional é refletir sobre as ações realizadas no exercício de uma profissão e deve ser iniciada antes da prática profissional.
Se você já iniciou a sua atividade profissional fora da área que você gosta não quer dizer que você não tenha deveres e obrigações a cumprir como profissional.
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UM
ESPELHO CHAMADO "CRISTÃO”
II Coríntios 3:18
II Coríntios 3:18
Propósito
Geral: Consagratório.
Tema Específico: O reflexo da glória de Deus.
Afirmação Teológica: Uma das maiores verdades deste texto bíblico é esta:
Tema Específico: O reflexo da glória de Deus.
Afirmação Teológica: Uma das maiores verdades deste texto bíblico é esta:
SOMOS
ESPELHOS QUE DEUS USA.
Enquanto
caminhamos, o mundo ao nosso redor espera ver, em nós, a transformação que só o
Espírito Santo faz na vida de um pecador arrependido. Observando um espelho,
relembramos alguns cuidados necessários essenciais para que sejamos usados pelo
Senhor, refletindo Sua glória no mundo.
1.
Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso ter o rosto
descoberto.
Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir a imagem de determinado objeto, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus. O véu que separava o homem de Deus foi rasgado por ocasião da morte de Jesus na cruz. Este gesto, sem par, possibilitou que a glória do Senhor rebrilhasse em nossa vida. O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo. Vamos desfrutar, portanto, dessa comunhão.
Assim como um espelho deve estar descoberto para refletir a imagem de determinado objeto, nós também necessitamos de que nada se interponha entre nós e o nosso Deus. O véu que separava o homem de Deus foi rasgado por ocasião da morte de Jesus na cruz. Este gesto, sem par, possibilitou que a glória do Senhor rebrilhasse em nossa vida. O acesso que temos à sua presença foi garantido pela morte e ressurreição de Cristo. Vamos desfrutar, portanto, dessa comunhão.
2.
Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar limpo.
Muitas vezes, a imagem refletida no espelho não é nítida, não tem brilho. Pequenas manchas internas, ou até mesmo poeira, dificultam a nossa visão.Assim também, os nossos pecados encobrem o rosto do nosso Deus e as nossas iniqüidades nos separam do Senhor (Isaías 59:2). Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos diariamente purificar as nossas vidas, confessando "os nossos pecados, na certeza de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar de toda e qualquer injustiça" (110 1:9).
Muitas vezes, a imagem refletida no espelho não é nítida, não tem brilho. Pequenas manchas internas, ou até mesmo poeira, dificultam a nossa visão.Assim também, os nossos pecados encobrem o rosto do nosso Deus e as nossas iniqüidades nos separam do Senhor (Isaías 59:2). Se desejamos refletir a sua glória com todo o brilho e perfeição, busquemos diariamente purificar as nossas vidas, confessando "os nossos pecados, na certeza de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar de toda e qualquer injustiça" (110 1:9).
3.
Para refletir como espelho a Glória de Cristo, é preciso estar bem direcionado.
Mesmo descoberto e limpo, o espelho só é capaz de refletir o objeto para o qual se direciona. O cristão que não está em sintonia com o Senhor corre o risco de refletir outras imagens. Ao direcionar o nosso olhar para o "autor e consumador de nossa fé", passamos a refletir cada vez mais a sua glória, através de nossas vidas. E assim, de glória em glória, somos transformados e Sua luz se revela em nossa vida. Quanto mais ela rebrilhar, mais Cristo será visto em nós.
Conclusão
Como espelho de Cristo eu devo:
1 - Reconhecer minhas fraquezas - Salmo 139:23 e 24.
2 - Obedecer ao plano de Deus para minha vida - Salmo 40:8.
3 - Confiar no poder de Deus e não em minhas forças – Fp4: 13.
Que imagens as pessoas têm visto refletidas em minha vida? Existe alguma área que necessita de transformação por meio do Espírito Santo?
Mesmo descoberto e limpo, o espelho só é capaz de refletir o objeto para o qual se direciona. O cristão que não está em sintonia com o Senhor corre o risco de refletir outras imagens. Ao direcionar o nosso olhar para o "autor e consumador de nossa fé", passamos a refletir cada vez mais a sua glória, através de nossas vidas. E assim, de glória em glória, somos transformados e Sua luz se revela em nossa vida. Quanto mais ela rebrilhar, mais Cristo será visto em nós.
Conclusão
Como espelho de Cristo eu devo:
1 - Reconhecer minhas fraquezas - Salmo 139:23 e 24.
2 - Obedecer ao plano de Deus para minha vida - Salmo 40:8.
3 - Confiar no poder de Deus e não em minhas forças – Fp4: 13.
Que imagens as pessoas têm visto refletidas em minha vida? Existe alguma área que necessita de transformação por meio do Espírito Santo?
Ser
um profissional ético nada mais é do que ser profissional mesmo nos momentos
mais inoportunos. Para ser uma pessoa ética, devemos seguir um conjunto de
valores.
Ser ético é proceder sem prejudicar os outros. Algumas das características básicas de como ser um profissional ético é ser bom, correto, justo e adequado.
Além de ser individual, qualquer decisão ética tem por trás valores fundamentais. Eis algumas das principais:
Ser ético é proceder sem prejudicar os outros. Algumas das características básicas de como ser um profissional ético é ser bom, correto, justo e adequado.
Além de ser individual, qualquer decisão ética tem por trás valores fundamentais. Eis algumas das principais:
1.
Ser honesto em qualquer situação - é a virtude dos negócios.
2. Ter coragem para assumir as decisões - mesmo que seja contra a opinião alheia.
3. Ser tolerante e flexível - deve-se conhecer para depois julgar as pessoas.
4. Ser íntegro - agir de acordo com seus princípios
5. Ser humilde - só assim conseguimos reconhecer o sucesso individual.
2. Ter coragem para assumir as decisões - mesmo que seja contra a opinião alheia.
3. Ser tolerante e flexível - deve-se conhecer para depois julgar as pessoas.
4. Ser íntegro - agir de acordo com seus princípios
5. Ser humilde - só assim conseguimos reconhecer o sucesso individual.
A
Internet está mudando o comportamento ético das empresas. A Internet muda a
velocidade dos acontecimentos, a forma de remuneração dos funcionários e o
ambiente de trabalho.
Definição: é o grupo de princípios morais, o estudo da moralidade, é a definição do certo ou errado. A ética pode ser definida como os princípios que são derivados da fé cristã.
Definição: é o grupo de princípios morais, o estudo da moralidade, é a definição do certo ou errado. A ética pode ser definida como os princípios que são derivados da fé cristã.
II.Definição
da ética cristã
A
ciência define a ética como: um grupo de princípios morais, o estudo da
moralidade, Portanto, ética cristã pode ser definida como os princípios que são
derivados da fé cristã e pelos quais agimos. Enquanto a Palavra de Deus talvez
não cobre cada situação que temos que encarar em nossas vidas, seus princípios
nos dão os padrões pelos quais devemos agir nas situações onde não temos
instruções explícitas. Por exemplo, A Bíblia não diz nada diretamente sobre o
uso ilegal de drogas, no entanto baseado nos princípios que aprendemos nas
Escrituras, podemos saber o que é errado.
III.Os
sete conceitos da ética cristã
01
- DEUS PERMITE O DIVÓRCIO?
Em princípio, o casamento é indissolúvel: "O que Deus ajuntou não o separe o homem". Todavia, em caso de prostituição de um dos cônjuges (adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual), Deus permite a separação, se esta for a vontade do cônjuge ofendido. Havendo perdão entre as partes, nada impede de continuarem juntos (Mt 19.9; Lc 16.18). Os casamentos hoje em dia são desfeitos por qualquer banalidade. Muitas vezes o motivo maior é o fim do amor: os dois chegam à conclusão que não se amam mais. Isto acontece quando a união do casal não é alimentada pela fonte inesgotável do amor de Deus.
Em princípio, o casamento é indissolúvel: "O que Deus ajuntou não o separe o homem". Todavia, em caso de prostituição de um dos cônjuges (adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual), Deus permite a separação, se esta for a vontade do cônjuge ofendido. Havendo perdão entre as partes, nada impede de continuarem juntos (Mt 19.9; Lc 16.18). Os casamentos hoje em dia são desfeitos por qualquer banalidade. Muitas vezes o motivo maior é o fim do amor: os dois chegam à conclusão que não se amam mais. Isto acontece quando a união do casal não é alimentada pela fonte inesgotável do amor de Deus.
02
- EM QUE CIRCUNSTÂNCIA DEUS CONDENA O ABORTO?
Leitura:
Sl 139.1-16
Aborto
é a morte espontânea ou provocada, do produto da concepção dentro do ventre
materno e antes do início do parto. Os abortos espontâneos, ou seja, que surgem
por efeitos naturais, exteriores à vontade humanas, são acidentes lamentáveis.
O problema maior está no aborto provocado.
Atualmente no Brasil o aborto é considerado crime, exceto nas situações: de estupro e de risco de vida materno. Há a proposta de incluir uma terceira possibilidade quando da constatação anomalias fetais.
Atualmente no Brasil o aborto é considerado crime, exceto nas situações: de estupro e de risco de vida materno. Há a proposta de incluir uma terceira possibilidade quando da constatação anomalias fetais.
A
respeito deste assunto, podemos verificar o que diz a Bíblia:
1.
Deus é o doador da vida.
É
Deus quem a dá e somente Ele tem a autoridade de tirá-la (1 Samuel 2.6;
Zacarias 12.1; Atos 17.25,28). Deus instituiu o governo humano com poderes para
punir o culpado, mesmo com a morte, mas proíbe a morte de um inocente Os seres
humanos foram especificamente postos acima de todas as plantas e todos os
animais (Gênesis 1.28-29). Podemos matar e comer animais, mas é expressamente
proibido cometer homicídio (Gênesis 9.3-6).
2.
A vida começa na fecundação
Há
um grande debate sobre o momento em que o feto se transforma numa pessoa.
Alguns afirmam que é no momento em que o feto pode viver fora do útero; outros,
quando o cérebro passa a funcionar; outros, quando o feto sente sensações, dor,
etc; outros, quando ele se movimenta ou tem a forma de uma pessoa; outros
ainda, quando ele nasce. No entanto, nem a independência, nem o funcionamento
do cérebro, nem a ausência de sensações, nem a movimentação ou forma humana
definem uma pessoa e a defesa da vida humana a partir da fecundação do óvulo
possui tantos argumentos científicos quanto qualquer outra posição.
Deus forma o espírito do homem no ato da fecundação. A diferença entre o óvulo fecundado e um adulto é apenas o tempo e a nutrição! O óvulo fecundado tem um dia, uma semana, três meses, quatro meses e o adulto tem 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos. O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas. Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano.
A Bíblia mostra isso: João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno (Lucas 1.15) e também reconheceu Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44). Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas (Salmos 139.13-16; Jó 10.8,11; 31.15; Jeremias 1.4-5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5). Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, nem distingue estágios de desenvolvimento do ser. Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas.
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 1.41,44; 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2; Atos 7.19). A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: “Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]”. Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um “homem”, um “macho” ou ainda um “marido”. Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida (”crianças que nunca viram a luz”) com reis, conselheiros e príncipes.
Deus forma o espírito do homem no ato da fecundação. A diferença entre o óvulo fecundado e um adulto é apenas o tempo e a nutrição! O óvulo fecundado tem um dia, uma semana, três meses, quatro meses e o adulto tem 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos. O embrião é uma pessoa porque no seu desenvolvimento ele não pode se tornar outra coisa a não ser pessoa. Nenhum corpo vivo pode tornar-se pessoa a não ser que já seja pessoa. Ser e humanidade não estão em ordem crescente. Ser e humanidade são inatas. Não são adquiridas. Ou seja, nenhum ser humano é mais humano do que outro. O que difere é: o tempo e a nutrição. Por isso que o embrião é um ser humano.
A Bíblia mostra isso: João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno (Lucas 1.15) e também reconheceu Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44). Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas (Salmos 139.13-16; Jó 10.8,11; 31.15; Jeremias 1.4-5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5). Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, nem distingue estágios de desenvolvimento do ser. Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas.
Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 1.41,44; 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2; Atos 7.19). A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: “Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]”. Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um “homem”, um “macho” ou ainda um “marido”. Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida (”crianças que nunca viram a luz”) com reis, conselheiros e príncipes.
A
Bíblia condena o aborto
Conforme
o texto de Êxodo 21.22-25, se um acidente promover um nascimento prematuro - o
verbo aqui usado não é o que tem o sentido de abortar (shakal), mas o que tem o
sentido de nascer (yasa) - e a criança sobreviver, a pessoa responsável pelo
acidente pagará uma indenização. Caso o bebe prematuro vier a morrer, a pena
será vida por vida. A razão é simples: Deus considera o feto humano como um ser
humano já nascido. Logo, o aborto é um homicídio segundo a Lei do Antigo
Testamento.
O aborto quando acontece naturalmente ou acidentalmente não é crime. Quando acontece de forma planejada e deliberada é crime pela Lei de Deus (Êxodo 23.7).
O aborto quando acontece naturalmente ou acidentalmente não é crime. Quando acontece de forma planejada e deliberada é crime pela Lei de Deus (Êxodo 23.7).
Questões
apontadas pelos defensores do aborto
1.
Caso de estupro e/ou incesto - Por mais horrível que fosse ficar grávida como
resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a
resposta? Dois erros não fazem um acerto. A criança resultante de
estupro/incesto pode ser dada para adoção por uma família amável incapaz de ter
filhos por conta própria – ou a criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez,
o bebê não deve ser punido pelos atos malignos do seu pai.
2. Quando a vida da mãe está em risco – 94% dos abortos realizados hoje em dia são por razões diferentes da vida da mãe estar em risco. A vasta maioria das situações pode ser qualificada como “Uma mulher e/ou seu parceiro decidindo que não querem o bebê que eles conceberam”. Isto é um terrível mal. Mesmo nos outros 6%, onde há situações mais difíceis, o aborto jamais deve ser a primeira opção. A vida de um ser humano no útero é digna de todo o esforço necessário para permitir um processo de concepção completo. Devemos lembrar também que Deus é um Deus de milagres. Ele pode preservar as vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de todos os indícios médicos contra isso. Porém, no fim das contas, esta questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor pedindo sabedoria (Tiago 1.5) para saber o que Ele quer que eles façam.
3. Casos de deformação do feto – A lei já prevê este caso. Em primeiro lugar importa notar que Deus criou o homem com características tais que, mesmo em condições à primeira vista adversas, consegue sobreviver e adaptar-se. Por outro lado, quando essa vida e impossível, a morte vem por si própria. E mesmo que haja indícios seguros de que a criança venha a nascer deficiente, será esse um motivo para matá-lo? (João 9.1-3). A morte nunca será a resposta para a vida. Se a previdência está com problemas devemos matar os idosos?
4. Para evitar que mulheres pobres tenham mais filhos – a solução para isto está no planejamento familiar e não na morte de inocentes.
2. Quando a vida da mãe está em risco – 94% dos abortos realizados hoje em dia são por razões diferentes da vida da mãe estar em risco. A vasta maioria das situações pode ser qualificada como “Uma mulher e/ou seu parceiro decidindo que não querem o bebê que eles conceberam”. Isto é um terrível mal. Mesmo nos outros 6%, onde há situações mais difíceis, o aborto jamais deve ser a primeira opção. A vida de um ser humano no útero é digna de todo o esforço necessário para permitir um processo de concepção completo. Devemos lembrar também que Deus é um Deus de milagres. Ele pode preservar as vidas de uma mãe e da sua criança, apesar de todos os indícios médicos contra isso. Porém, no fim das contas, esta questão só pode ser resolvida entre o marido, a mulher e Deus. Qualquer casal encarando esta situação extremamente difícil deve orar ao Senhor pedindo sabedoria (Tiago 1.5) para saber o que Ele quer que eles façam.
3. Casos de deformação do feto – A lei já prevê este caso. Em primeiro lugar importa notar que Deus criou o homem com características tais que, mesmo em condições à primeira vista adversas, consegue sobreviver e adaptar-se. Por outro lado, quando essa vida e impossível, a morte vem por si própria. E mesmo que haja indícios seguros de que a criança venha a nascer deficiente, será esse um motivo para matá-lo? (João 9.1-3). A morte nunca será a resposta para a vida. Se a previdência está com problemas devemos matar os idosos?
4. Para evitar que mulheres pobres tenham mais filhos – a solução para isto está no planejamento familiar e não na morte de inocentes.
ALGUMAS
OPERAÇÕES ABORTIVAS
1.
Método Dilatação e Corte - método executado entre a 10ª e 12ª semana. O
abortador introduz uma faca curvada e afiada através da vagina, de forma a
cortar o corpo do bebê e a placenta. Por fim, raspa as paredes internas do
útero. Um dos trabalhos a fazer depois é remontar o bebê, a fim de garantir que
não ficou nada esquecido lá dentro do útero.
2. Aspiração - usado entre a 7ª e 12ª semana. O tubo de um aparelho de sucção (semelhante aos aspiradores caseiros) é introduzido através do colo do útero. O bebê é desmembrado e sugado para dentro de um frasco.
3. Envenenamento Por Solução Salina - é usado após as 13 semanas da gravidez. Com uma agulha longa e afiada, que passa através do abdômen, injeta-se uma solução concentrada de sal no líquido amniótico. O mecanismo que provoca a morte é um envenenamento agudo que provoca vaso-dilatação, edema, congestão, hemorragias, choque e morte. A solução também queima a pele, os pulmões, os olhos, e a criança, ao nascer parece ter sido bombardeada com napalm. A morte é lenta e dolorosa. O útero entra em trabalho de parto aproximadamente um dia mais tarde e expulsa o bebê. Um dos “problemas” deste método é que, por vezes, o bebê sobrevive.
4. Cesariana ou histerectomia - usa-se a partir do 7º mês. O bebê é tirado do útero para ser morto, não para ser salvo. Na histerectomia o útero e o feto são removidos e descartados em bloco.
Além destes métodos, existe hoje a possibilidade de provocar o aborto durante as primeiras semanas através de um fármaco (medicamento) especialmente receitado pelos médicos.
2. Aspiração - usado entre a 7ª e 12ª semana. O tubo de um aparelho de sucção (semelhante aos aspiradores caseiros) é introduzido através do colo do útero. O bebê é desmembrado e sugado para dentro de um frasco.
3. Envenenamento Por Solução Salina - é usado após as 13 semanas da gravidez. Com uma agulha longa e afiada, que passa através do abdômen, injeta-se uma solução concentrada de sal no líquido amniótico. O mecanismo que provoca a morte é um envenenamento agudo que provoca vaso-dilatação, edema, congestão, hemorragias, choque e morte. A solução também queima a pele, os pulmões, os olhos, e a criança, ao nascer parece ter sido bombardeada com napalm. A morte é lenta e dolorosa. O útero entra em trabalho de parto aproximadamente um dia mais tarde e expulsa o bebê. Um dos “problemas” deste método é que, por vezes, o bebê sobrevive.
4. Cesariana ou histerectomia - usa-se a partir do 7º mês. O bebê é tirado do útero para ser morto, não para ser salvo. Na histerectomia o útero e o feto são removidos e descartados em bloco.
Além destes métodos, existe hoje a possibilidade de provocar o aborto durante as primeiras semanas através de um fármaco (medicamento) especialmente receitado pelos médicos.
Os
defensores do aborto alegam que a mulher tem o direito de decidir se vai ou não
ter a criança? Tem a mulher direito de escolher? Com toda certeza, desde o
momento em que a mulher tome essa decisão ou faça essa escolha no momento da
relação sexual. Se a mãe teve participação voluntária numa relação sexual que
resultou em gravidez, não exerceu sua liberdade de escolher e decidir?
Não existe algo assim como liberdade de decisão sem limites. A liberdade pessoal não pode violar os direitos de outra pessoa. Em outras palavras, você tem a liberdade de mexer o braço, mas essa liberdade termina onde começa o meu nariz. E o direito da mulher sobre seu corpo acaba onde começa o corpo do nenê. O fato de que esse nenê que ainda não nasceu não possa defender-se, não quer dizer que não tenham direitos. Se toda mulher tem o direito sobre seu corpo - Ninguém juridicamente tem direito sobre seu próprio corpo (suicídio, por exemplo, é crime!) e tampouco colocar em risco outras pessoas - que dizer dos fetos femininos que são abortados?
Infelizmente, o aborto é praticado geralmente por mulheres que tiveram relações sexuais de maneira irresponsável. É um fato que 70% das mulheres que recorrem ao aborto não são casadas.
O feto não é prolongamento do corpo da mãe. Se a criança não estivesse protegida pela placenta o corpo da mulher o expulsava! Segundo: não é o feto, mas a mãe, que é passiva e dependente. É o feto que faz cessar o ciclo da mãe. É ele que torna habitável o útero, desenvolvendo a cápsula protetora e o fluído amniótico. É o feto, em última instância, que determina a hora do parto, e não a mãe. Feto não é como uma unha, cabelos ou barba que podemos cortar, já que é um prolongamento do nosso corpo. O feto possui olhos, coração, impressão digital, etc., diferentes da mãe! E mais: um óvulo fecundado de um casal de negros transplantado para o útero de uma branca vai nascer negro e vice-versa. Outra evidência da independência do óvulo fecundado é chamada “barriga de aluguel”. Isso comprova a independência desse ser em gestação.
O bebê em formação não é um ser inerte, mas alguém que já luta para sobreviver. Pode-se ver isso no filme “O grito silencioso”, do Dr. Bernard Nathanson (procure no youtube). Um bebê de apenas 21 semanas agarra o dedo do médico durante uma cirurgia intra-uterina. O aborto, mesmo realizado numa clínica, deixa muitas seqüelas, tanto físicas como psicológicas. Nos EUA, onde o aborto é permitido, as mulheres têm enormes seqüelas, como perfuração do útero, sangramentos, doença inflamatória pélvica e possível infertilidade decorrente, embolia pulmonar, depressão, psicose e suicídio (nove vezes mais propensas a suicídio do que outras mulheres).
Não existe algo assim como liberdade de decisão sem limites. A liberdade pessoal não pode violar os direitos de outra pessoa. Em outras palavras, você tem a liberdade de mexer o braço, mas essa liberdade termina onde começa o meu nariz. E o direito da mulher sobre seu corpo acaba onde começa o corpo do nenê. O fato de que esse nenê que ainda não nasceu não possa defender-se, não quer dizer que não tenham direitos. Se toda mulher tem o direito sobre seu corpo - Ninguém juridicamente tem direito sobre seu próprio corpo (suicídio, por exemplo, é crime!) e tampouco colocar em risco outras pessoas - que dizer dos fetos femininos que são abortados?
Infelizmente, o aborto é praticado geralmente por mulheres que tiveram relações sexuais de maneira irresponsável. É um fato que 70% das mulheres que recorrem ao aborto não são casadas.
O feto não é prolongamento do corpo da mãe. Se a criança não estivesse protegida pela placenta o corpo da mulher o expulsava! Segundo: não é o feto, mas a mãe, que é passiva e dependente. É o feto que faz cessar o ciclo da mãe. É ele que torna habitável o útero, desenvolvendo a cápsula protetora e o fluído amniótico. É o feto, em última instância, que determina a hora do parto, e não a mãe. Feto não é como uma unha, cabelos ou barba que podemos cortar, já que é um prolongamento do nosso corpo. O feto possui olhos, coração, impressão digital, etc., diferentes da mãe! E mais: um óvulo fecundado de um casal de negros transplantado para o útero de uma branca vai nascer negro e vice-versa. Outra evidência da independência do óvulo fecundado é chamada “barriga de aluguel”. Isso comprova a independência desse ser em gestação.
O bebê em formação não é um ser inerte, mas alguém que já luta para sobreviver. Pode-se ver isso no filme “O grito silencioso”, do Dr. Bernard Nathanson (procure no youtube). Um bebê de apenas 21 semanas agarra o dedo do médico durante uma cirurgia intra-uterina. O aborto, mesmo realizado numa clínica, deixa muitas seqüelas, tanto físicas como psicológicas. Nos EUA, onde o aborto é permitido, as mulheres têm enormes seqüelas, como perfuração do útero, sangramentos, doença inflamatória pélvica e possível infertilidade decorrente, embolia pulmonar, depressão, psicose e suicídio (nove vezes mais propensas a suicídio do que outras mulheres).
E
se você já fez um aborto?
Para
aquelas que fizeram um aborto – o pecado do aborto não é menos perdoável do que
qualquer outro pecado. Através da fé em Cristo, todos e quaisquer pecados podem
ser perdoados (João 3.16; Romanos 8.1; Colossenses 1.14; 1 João 1.7,9). Uma
mulher que fez um aborto, ou um homem que encorajou um aborto, ou mesmo um
médico que realizou um – todos podem ser perdoados pela fé em Cristo
Abortar é tirar a vida de uma criança em desenvolvimento. A vida de uma pessoa inicia-se na fecundação do óvulo. Ali é plantada a semente. No período de oito semanas, o não nascido é chamado de embrião. Após esse tempo, é conhecido por feto. Embrião ou feto são etapas da vida de uma criança. O sexto Mandamento proíbe o homicídio: "Não matarás". Assim é pecado abortar, seja para controlar a natalidade, seja para corrigir uma gravidez não desejada.
03
- E AS CARÍCIAS ENTRE NAMORADOS OU
NOIVOS?
· O
desejo do homem é pela mulher, mas o desejo da mulher é pelo desejo do homem.
(Madame de Staël)
São impurezas para Deus. Não convém aos santos "ver a nudez" ou "descobrir a nudez" de outrem, a não ser do cônjuge. As carícias ou práticas libidinosas contrariam os padrões de moralidade exigidos por Deus. Devemos manter o nosso corpo em santificação e honra porque o Espírito Santo habita em nós, isto é, nos que aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador. (Lv 18.6-17; Mt 5.28; Gálatas 5.19; 1 Tessalonicenses 4.3-7).
04
- EM QUE SITUAÇÃO O SEXO É PECADO?
Ficar! Certo
Ou Errado?
O
mundo em que vivemos tem grande facilidade de lançar costumes e modismos que
ferem princípios da Palavra de Deus, desfazendo assim os valores que são
pré-estabelecidos nas Escrituras.
Os valores mundanos têm distorcido e influenciado a vida de muitos jovens em várias áreas, distanciando-os cada vez mais das verdades e princípios contidos na Palavra de Deus.
A influência e a pressão que o sistema mundano exerce sobre os jovens, quer sejam crentes ou não, é muito grande, pois quem se encarrega de fazer as mesmas é o Diabo, ele é o deus deste século conforme diz 1Jo 5:19. Ele se empenha em destruir ou distorcer os ensinos de Deus.
Os valores mundanos têm distorcido e influenciado a vida de muitos jovens em várias áreas, distanciando-os cada vez mais das verdades e princípios contidos na Palavra de Deus.
A influência e a pressão que o sistema mundano exerce sobre os jovens, quer sejam crentes ou não, é muito grande, pois quem se encarrega de fazer as mesmas é o Diabo, ele é o deus deste século conforme diz 1Jo 5:19. Ele se empenha em destruir ou distorcer os ensinos de Deus.
Sabemos
que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno. (1 João 5:19 ACF)
Sendo
sabedor destas verdades o jovem crente deve recorrer à Palavra de Deus para ver
até que ponto o "deus deste século", usando o sistema comandado por ele
(O MUNDO), tem influenciado a sua vida ao ponto que a mesma chegue a
assimilar os valores e modismos mundanos.
Por que estou falando tudo isto? Porque quero abordar uma prática mundana que tem sido assimilada pelos jovens descrentes e, infelizmente, por uma grande parte dos jovens crentes.
Já ouvi até no meio dos jovens da minha igreja a expressão: "Fulano ficou à noite passada com Beltrana”.
Em uma definição que fora retirada do livro "Ficar Sim ou Não" do pastor Mauro Clark, o mesmo descreve com muita sabedoria este novo comportamento que está na moda entre a mocidade dos nossos dias. "Ficar: É um relacionamento informal, rápido e descomprometido entre um rapaz e uma moça, durante o qual eles trocam carícias de intimidades variadas, chegando eventualmente ao ato sexual."
O propósito do nosso estudo é fazer uma análise e vermos se um jovem ou qualquer tipo de pessoa que tem o procedimento de "Ficar" fere ou não princípios cruciais da Palavra de Deus.
Em primeiro lugar, o ficar fere o princípio bíblico da monogamia. Monógamo é uma pessoa que tem um só cônjuge. O inimigo de Deus e nosso quer destruir este princípio áureo ensinado pelo Senhor no início da Sua criação. Em Gên 2:18 a Palavra de Deus diz: "E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele." "Uma" em "uma ajudadora" é usada para descrever um único ao invés de mais que uma. Então, a atitude de "ficar" é usada pelo Diabo para que os jovens não dêem importância a este princípio singelo e divino, acostumando suas mentes a repudiarem a monogamia.
Em segundo lugar, o ficar fere o princípio bíblico da não defraudação. 1Te 4:6 diz: "Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos." Enganar é igual a defraudar. DEFRAUDAÇÃO, no sentido mais técnico e específico, dentro do contexto do versículo acima, significa despertar desejos ou excitação sexual na pessoa do sexo oposto, mas sem ter condições plenas e lícitas de satisfazer os desejos despertados. É este tipo de sentimento e atitude que são estimulados na vida dos que praticam o "ficar".
Em terceiro lugar, o ficar fere o princípio bíblico de não se prostituir. 1Te 4:3 diz: "Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;" A palavra prostituição vem da palavra grega porneia que significa: Prostituir o corpo de uma pessoa para a luxúria de outra. Ou pessoa que se rende à corrupção por causa de lucro. No verso acima Deus declara a Sua vontade santa para os salvos que é a abstinência de prostituição em suas vidas. O "ficar" é uma atitude que leva o crente a agir de maneira desrespeitosa a esta grande vontade de Deus.
Em quarto lugar, o ficar fere o princípio bíblico de não sermos iguais ao mundo. Em Rom 12:2 "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformada pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." A expressão "sede conformados" do verso acima significa: conforme à moda da pessoa ou à mente da pessoa e caráter para outro padrão. Então, o mundo que jaz no maligno (1Jo 5:19, acima), se encarrega de lançar modismos e costumes que forçam muitos a serem iguais a ele e não ao Senhor. Um dos grandes esforços do Diabo é levar o homem a desonrar o seu corpo que foi criado por Deus para ser o templo do Espírito Santo. Outra palavra que gostaria de destacar no verso acima é a palavra "sede transformados" ou "metamorphoo" que significa: transfigurai, transformai, mudai. Ou seja, a mente do crente deve estar em constante estado de mudança, objetivando ser igual à do Senhor Jesus Cristo. A pessoa que tem a mente de Cristo jamais iria aprovar nem tampouco participar deste comportamento pecaminoso chamado "ficar”.
Como filhos de Deus, não devem deixar que o mundo dite para nós regras, costumes e modismos que não estão baseados na Palavra de Deus. Estas regras, costumes e modismos devem ser avaliados à luz das Escrituras Sagradas passando assim pelo crivo de Deus. Se os mesmos passarem pela peneira de Deus (A Sua Palavra), podemos incorporar em nosso padrão de vida! Mas, se forem reprovados, devemos considerá-los como não aceitáveis em nossas vidas.
Passamos pela peneira da Palavra de Deus, "O FICAR", atitude comportamental adotada pela maioria dos jovens. Vimos que este tipo de comportamento é descabido para ser incorporado à vida cristã de um jovem crente que quer agradar a Deus verdadeiramente. Espero que, diante da análise que fizemos você não deseje que tal comportamento faça parte da sua vida.
Por que estou falando tudo isto? Porque quero abordar uma prática mundana que tem sido assimilada pelos jovens descrentes e, infelizmente, por uma grande parte dos jovens crentes.
Já ouvi até no meio dos jovens da minha igreja a expressão: "Fulano ficou à noite passada com Beltrana”.
Em uma definição que fora retirada do livro "Ficar Sim ou Não" do pastor Mauro Clark, o mesmo descreve com muita sabedoria este novo comportamento que está na moda entre a mocidade dos nossos dias. "Ficar: É um relacionamento informal, rápido e descomprometido entre um rapaz e uma moça, durante o qual eles trocam carícias de intimidades variadas, chegando eventualmente ao ato sexual."
O propósito do nosso estudo é fazer uma análise e vermos se um jovem ou qualquer tipo de pessoa que tem o procedimento de "Ficar" fere ou não princípios cruciais da Palavra de Deus.
Em primeiro lugar, o ficar fere o princípio bíblico da monogamia. Monógamo é uma pessoa que tem um só cônjuge. O inimigo de Deus e nosso quer destruir este princípio áureo ensinado pelo Senhor no início da Sua criação. Em Gên 2:18 a Palavra de Deus diz: "E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele." "Uma" em "uma ajudadora" é usada para descrever um único ao invés de mais que uma. Então, a atitude de "ficar" é usada pelo Diabo para que os jovens não dêem importância a este princípio singelo e divino, acostumando suas mentes a repudiarem a monogamia.
Em segundo lugar, o ficar fere o princípio bíblico da não defraudação. 1Te 4:6 diz: "Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos." Enganar é igual a defraudar. DEFRAUDAÇÃO, no sentido mais técnico e específico, dentro do contexto do versículo acima, significa despertar desejos ou excitação sexual na pessoa do sexo oposto, mas sem ter condições plenas e lícitas de satisfazer os desejos despertados. É este tipo de sentimento e atitude que são estimulados na vida dos que praticam o "ficar".
Em terceiro lugar, o ficar fere o princípio bíblico de não se prostituir. 1Te 4:3 diz: "Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição;" A palavra prostituição vem da palavra grega porneia que significa: Prostituir o corpo de uma pessoa para a luxúria de outra. Ou pessoa que se rende à corrupção por causa de lucro. No verso acima Deus declara a Sua vontade santa para os salvos que é a abstinência de prostituição em suas vidas. O "ficar" é uma atitude que leva o crente a agir de maneira desrespeitosa a esta grande vontade de Deus.
Em quarto lugar, o ficar fere o princípio bíblico de não sermos iguais ao mundo. Em Rom 12:2 "E não sede conformados com este mundo, mas sede transformada pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." A expressão "sede conformados" do verso acima significa: conforme à moda da pessoa ou à mente da pessoa e caráter para outro padrão. Então, o mundo que jaz no maligno (1Jo 5:19, acima), se encarrega de lançar modismos e costumes que forçam muitos a serem iguais a ele e não ao Senhor. Um dos grandes esforços do Diabo é levar o homem a desonrar o seu corpo que foi criado por Deus para ser o templo do Espírito Santo. Outra palavra que gostaria de destacar no verso acima é a palavra "sede transformados" ou "metamorphoo" que significa: transfigurai, transformai, mudai. Ou seja, a mente do crente deve estar em constante estado de mudança, objetivando ser igual à do Senhor Jesus Cristo. A pessoa que tem a mente de Cristo jamais iria aprovar nem tampouco participar deste comportamento pecaminoso chamado "ficar”.
Como filhos de Deus, não devem deixar que o mundo dite para nós regras, costumes e modismos que não estão baseados na Palavra de Deus. Estas regras, costumes e modismos devem ser avaliados à luz das Escrituras Sagradas passando assim pelo crivo de Deus. Se os mesmos passarem pela peneira de Deus (A Sua Palavra), podemos incorporar em nosso padrão de vida! Mas, se forem reprovados, devemos considerá-los como não aceitáveis em nossas vidas.
Passamos pela peneira da Palavra de Deus, "O FICAR", atitude comportamental adotada pela maioria dos jovens. Vimos que este tipo de comportamento é descabido para ser incorporado à vida cristã de um jovem crente que quer agradar a Deus verdadeiramente. Espero que, diante da análise que fizemos você não deseje que tal comportamento faça parte da sua vida.
Doutrina: Família – O Papel da Esposa
Leitura: Ef 5.22-33
Posição
bíblica da esposa regenerada – auxiliadora, ajudadora (Gn 2.18). O fato de ser
mulher não lhe faz um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã lhe
faz uma mulher diferente.
TIPOS DE ESPOSA
·
Resignada – se conforma com tudo, já casou.
·
Nervosa – agitada, preocupada, ansiosa.
·
Malcriada – grita, responde, ameaça.
·
Opiniosa – voluntariosa, iracunda, emburrada.
·
Punidora – vingativa, pune o marido até no sexo.
·
Fofoqueira – fala mal de todo mundo, leva e trás.
·
Irresponsável – imatura, não assume responsabilidade.
·
Perdulária – sem moderação, gasta sem poder; enganadora.
·
Ciumenta – complexada, insegura.
·
Reclamadora – murmuradora injusta.
·
Relaxada – não cuida da aparência, nem da casa.
·
Preguiçosa – dorme demais, sempre cansada.
·
Dominadora – autoritária, controla o marido.
·
Ideal – amorosa, carinhosa, trabalhadora, previdente, econômica, obediente,
fiel, ajudadora, prudente, piedosa.
É
difícil encontrar uma mulher virtuosa (Pv 31.10)
VIRTUOSA:
Qualidades excelentes: espirituais (cheia do Espírito)
Morais
(caráter burilado) - Pv 12.4
Sociais
(vida em grupo, relacionamento)
Funcionais
(desempenha no trabalho faz tudo com capricho)
Domésticas
(apaziguadora não contenciosa).
DEVERES DA ESPOSA REGENERADA
·
Submissão (Ef 5.22,24; Cl 3 18; 1 Pe 3.1; Tt 2.5)
·
Testemunho de disciplina (1 Pe 3.2)
·
Obediência (1 Pe 3. 6)
·
Respeitar, reverenciar o marido (Ef 5.33)
·
Edificar o lar (Pv 14.1). Material usado para edificar: Amor (1 Co 8.1); Sabedoria
(Pv 24.3).
·
Ser prudente (Tt 2.4)
·
Amar o marido (Tt 2.4)
·
Ser moderada (Tt 2. 5)
·
Pura, casta (Tt 2.5)
·
Boa dona-de-casa (Tt 2.5)
·
Agradar ao marido (1 Co 7.34)
·
Abençoar o marido verbalmente (Mc 11.25)
·
Ter espírito manso (1 Pe 3.4)
·
Falar com doçura (Ct 4.3; Pv 16.22)
·
Cuidar da roupa do marido regando com oração (1 Ts 5.17)
·
Guardar a sua vinha – família (Ct 1.6)
Ao
estabelecer a família Deus estabelece diferentes funções para o homem e a
mulher. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora
perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A
comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu
quem seria o chefe lá em casa. Ele é “a cabeça” da nossa família.
O
que significa submeter-se? Significa colocar-se sob a autoridade de alguém (não
implica na inferioridade do que se sujeita e nem na superioridade do que esta
em autoridade – TRATA-SE DE FUNÇOES E NÃO DE PODER). Sujeitar–se, essa passagem
sugere que a submissão é dar-se incondicionalmente para completar o outro,
sacrificar-se para fazer com que o relacionamento entre ambos seja saudável. O
papel da esposa é apoiar, ajudar e submeter-se ao marido no desempenho dessa
missão (guiar a família a Deus é papel do marido).
Conceitos errados sobre a submissão
da mulher:
1)
Não é ser escrava, mas sim, ser livre e com inteligência;
2)
Não é perda de opinião. A esposa continua com sua própria opinião formada, ela
não muda o que muda é a forma de agir. Com prudência, humildade e sabedoria;
3)
Não é sentir-se inferior, mas saber se colocar no momento e ocasião certa, sem
atropelos.
Razões para submeter-se:
·
Paulo diz que a esposa deve sujeitar-se ao marido como ao Senhor. Foi o Senhor
quem determinou assim e por amor e reverência a Ele, a esposa deve acatar seus
mandamentos. Ele está sempre presente no relacionamento e tudo observa, se a
esposa não for uma fiel discípula de Jesus, cultivando uma vida cheia do
Espírito e em comunhão com Deus ela terá sérias dificuldades em submeter-se ao
marido.
·
Testemunho: A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas
que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um
testemunho evangelístico, ela poderá dizer que essa submissão ao marido é por
causa do seu Senhor e daí prosseguir testemunhando do poder e amor de Cristo.
Certa
vez uma mulher disse ao pastor de sua igreja: Meu marido é terrível,
autoritário e mandão. Ele respondeu: Minha irmã, o casamento é como uma escada.
O seu marido esta um degrau acima de você e você um degrau abaixo. Se você quer
ficar no lugar dele então ele sobe mais um degrau. Toda vez que você quiser
tomar a posição do seu marido, ele sobe mais um degrau, e vai ficando pior para
assegurar sua própria posição, talvez você tem sido a causadora da sua própria
infelicidade.
Algumas características da submissão:
1)
É parte da natureza feminina (Gn 2.18): “… far-lhe-ei uma adjuntora”. Quem
ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar;
2)
É caracterizada por um bom comportamento (1 Pe 3.1): deve ganhar o marido sem
palavra, pelo procedimento, ou seja, pelo comportamento;
3)
É o modo pela qual Deus pode trabalhar na vida do marido (PV 31.12): “Ela lhe
faz bem e não mal, todos os dias de sua vida”.
Como
todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a benção de Deus.
·
Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA;
·
Através da submissão ela alcança realização pessoal, apesar de parecer
contraditório;
·
Ela leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR.
·
Quando se é submissa, torna-se exemplo para as mais novas e para o mundo.
·
Transforma-se em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos (as),
lembrando que os filhos reproduzirão o que os pais são hoje.
A
Esposa é uma Auxiliadora Idônea (Gn 2.18)
Significa
uma mulher que esteja ao lado do esposo; não é abaixo nem acima, é ao lado.
Para que isso se torne uma realidade, é necessário que haja uma dose de
desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR.
1.
Auxiliadora no sentido afetivo. Ela é a mulher de um só homem, o seu marido, a
quem se entrega com amor e inteireza de coração.
2.
Auxiliadora no sentido social. Como tal, ela contribui no sentido de conservar
a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade,
das quais são inseparáveis.
3.
Auxiliadora no sentido profissional. Quando as coisas vão mal na área
profissional todo marido espera encontrar apoio na esposa, que lhe falta por
parte dos amigos. Deste modo o apoio da esposa é de singular importância; pois,
ela pode levar o marido a superar as crises de maneira positiva.
4.
Auxiliadora no sentido espiritual. Quando o marido se sente cansado e ofegante
na caminhada, a esposa por sua vez deverá agir como o “bom samaritano”. O
auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal
qual um investimento cujo retorno se dará sem demora.
OS DEZ MANDAMENTOS PARA A ESPOSA
I. AMARÁS
O SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, E A TEU MARIDO SOMENTE UM POUQUINHO A
MENOS DO QUE AMAS A DEUS .- Dt 6.5
II.
ALEGREMENTE TE SUBMETERÁS A TEU MARIDO, TUA CABEÇA, COMO AO SENHOR.- Ef 5.22
III.
GUARDARÁS TUA LÍNGUA COM TODA DILIGÊNCIA, TENDO O CUIDADO DE ABENÇOAR TEU
MARIDO, VERBALMENTE, PELO MENOS UMA VEZ POR DIA E NUNCA DISCUTIR ABERTAMENTE
DETALHES ÍNTIMOS DO RELACIONAMENTO AMOROSO – Pv 31.26, 11.16
IV.
CONSERVARÁS UM CORAÇÃO ALEGRE EM TUDO QUE TIVERES DE FAZER DURANTE O DIA – Pv 17.22
V.
AFASTARÁS DE TI UMA NATUREZA CIUMENTA OU EGOÍSTA - Pv 6.34
VI.
PREFERIRÁS TEU MARIDO A QUALQUER OUTRO (nunca comparando diminutivamente a
outros homens) E SINCERAMENTE O ADMIRARÁS E REVERENCIARÁS – EF 5.33
VII.
DILIGENTEMENTE MANTERÁS O TEU LAR E A TI MESMAS ATRAENTES, LEMBRANDO QUE NÃO
DEVES SOMENTE GANHAR O AMOR DO TEU MARIDO, MAS TAMBÉM CONSERVÁ-LO – Pv 31.27
VIII.
DARÁS VALOR ÀS TUAS VIRTUDES FEMININAS MAIS DO QUE A PRÓPRIA VIDA – Pv 12.4
IX.
INSPIRARÁS A TEUS FILHOS UM AMOR, RESPEITO E REVERÊNCIA A SEU PAI – Pv 22.6
X.
NÃO SERÁS RABUGENTA – Pv 25.24.
Leitura:
Ef. 5.22-33.
Deus
estabeleceu papéis diferentes para os membros da família. Esposos e esposas têm
seus deveres e direitos. Ser bem casado é uma bênção. A esposa é considerada um
bem, na Bíblia (Pv 18.22). A esposa prudente vem do Senhor (Pv 19.14). Agradeça
a Deus por ela!
Posição
bíblica do marido – Liderança (Ef 5.23,1Co.11.3).
O
significado da palavra “cabeça” significa degrau, ordem, classe, posição. E
esta é a ordem de Deus para com a família. Isto não significa a superioridade
do homem sobre a mulher, porque Deus e Cristo são iguais, mas com diferentes
papéis, ou seja, responsabilidades distintas. O pai tem uma posição mais alta
do que o filho.
TIPOS
DE LIDERANÇA EXERCIDA POR MARIDOS
1.
Ditador – cruel, tirano, é quem manda.
2.
Democrático – pondera mais não decide, faz votação.
3.
Teimoso – é perfeito, nunca admite quando erra.
4.
Insensível – indiferente, mau, torturador.
5.
Agente Secreto – governa sem que haja qualquer tipo de comunicação; magoa com o
silêncio.
6.
Bomba Relógio – a família nunca sabe quando vai explodir; grita, ameaça,
escandaliza.
7.
Crítico – só acha motivo para criticar; elogiar nunca.
8.
Negligente – é gastador, não leva a família a sério.
9.
Indeciso – não toma decisão, se a esposa toma se aborrece.
10.
Hipócrita – fala bem da mulher só na frente dos outros, em casa a maltrata.
11.
Ciumento – desconfiado, inseguro.
12.
Desequilibrado – ora negligente, ora ditador (vive nos extremos).
13.
Preguiçoso – é galã, sustentado pela mulher.
14.
Ideal – amoroso, provedor, protetor, piedoso, previdente, fiel, trabalhador,
gentil, cavalheiro, firme nas atitudes.
Para
liderar na Casa de Deus precisa liderar na família (1Tm. 3.2-5).
DEVERES DO MARIDO REGENERADO
·
Amar a esposa (Ef.5.25 a 29; Cl. 3.19)
Como
amar: perdoando, sem criticá-la, sem humilhá-la, sem envergonhá-la, sem jogar
os defeitos em rosto, declarando amor com palavras e atitudes; como Cristo
trata o homem, o homem deve tratar a sua esposa.
PORQUE
AMAR: Porque ama a si mesmo (Ef 5.28)
Porque
são irmãos em Cristo (Ef 5.30)
Porque
os dois são uns sós carnes (Ef 5.31)
Porque
Deus os ajuntou ( Mt 19.6)
·
Dar felicidade (Dt.24.5)
·
Dar lazer a esposa (Jo 10.23 ; Ct. 7,11,12).
·
Estar juntos sempre que possível (Gn 2.18; Mc 10.8)
·
Dar mesada (ofertas).
·
Elogiar (Pv 31.28,29).
·
Honrar a esposa (1 Pe 3.7) coabitar = compreender, conhecer, conviver
juntamente.
·
Tomar cuidado com as palavras (Gn 31.32, 35; 35.19). Falar sempre a verdade (Cl
3.9)
·
Abençoar sua casa (2 Sm. 6.20).
·
Ter tempo para a esposa (Ec 3.1).
·
Colaborar nas tarefas do lar (Is 41.6)
·
Orar juntos (Mt 18.19)
·
Despedir-se sempre com um beijo, um gesto de ternura. Pode ser a última
despedida.
·
Suportar as dificuldades; Cuidar como se estivesse cuidando de si próprio (Ef
5.28-30; 1 Tm 5.8).
PRIORIDADES DO MARIDO
Ser
presente no lar
Filhos
antes dos amigos
Amar
pessoas antes de coisas
Esposa
antes de si mesmo
O
lar antes da profissão
Coisas
espirituais antes de coisas materiais
A
esposa antes dos filhos
A
esposa antes da mãe (Gn 2.24).
Família
antes da igreja
Falta
de amor e de honra fazem uma esposa definhar, causa doenças emocionais (1 Co
7.3,4).
Ao liderar é importante que o marido
saiba:
·
Amar – saber demonstrar amor não significa fraqueza, muito pelo contrário. Na
liderança regada de amor, as oposições são quebradas;
·
Estabilizar as Emoções – se o descontrole partir de quem está à frente da
família, os liderados sentirão angústia e insegurança, não conseguindo assim
estabelecer um vínculo de harmonia;
·
Ser Sacerdote – ao homem cabe a liderança espiritual da casa, portanto, para
que isto aconteça efetivamente é necessário um comprometimento dele com Deus e
a sua Palavra, além de uma coerência entre o seu falar e o seu agir.
·
Ser o Provedor Financeiro – apesar de hoje ser comum a mulher dividir esta
tarefa, seria conveniente que esta provisão ficasse a cargo do marido. Mas há
de se ter muito cuidado para não gerar um descontrole na vida financeira do
casal.
O
esposo tem autoridade delegada por Deus.
O que autoridade não é:
a)
Não é ditadura. Muitos homens há que interpretam erradamente (Ef 5:23) para
justificar atitudes e comportamento autoritários no casamento. Gritam, mandam,
exigem obediência com tamanha imposição, capaz de ser olhado com medo e não com
amor, pela esposa e pelos filhos.
b)
Não é garantia de respeito automático. É verdade que foi Deus quem determinou
tivesse o marido autoridade no lar. Exercê-la, entretanto, requer sabedoria, ou
a família lhe negará o devido respeito. Respeito gera respeito.
c)
Não é individualismo. Autoridade não quer dizer que o marido tem de tomar todas
as suas decisões sozinhas. Embora chefie envolva autoridade, isto não implica
que a esposa deva ser alijada sob a alegação de que ela é incapaz de decidir ou
de influenciar o marido nas suas decisões.
O que é autoridade
a)
É responsabilidade. Ser a cabeça do lar é mais do que uma questão de simples
autoridade, é uma questão de responsabilidade. Uma vez que Deus criou Eva
ajudadora de Adão, este como “cabeça” da família é responsável perante Deus.
b)
É liderança. Liderança requerida em todos os momentos da vida conjugal. É claro
que o marido precisa ser comedido ao exercê-la, não ser irritado, autoritário,
mas, evidenciando humildade e constante submissão a Jesus Cristo, o Senhor da
sua vida e do seu lar.
c)
É exemplo. A autoridade está baseada num paradoxo: “Se alguém quer ser o
primeiro, será o último e servo de todos”.(Mc. 9;35). Jesus mostrou este
princípio lavando os pés aos discípulos. É um ato que tipifica o modo certo de
exercer autoridade, isto é, ela não se fundamenta em orgulho, prepotência, ou
autoconfiança, mas em humildade.
OS DEZ MANDAMENTOS PARA O MARIDO
1.
AMARÁ AO SENHOR TEU DEUS DE TODO O TEU CORAÇÃO, E À TUA MULHER COMO CRISTO AMOU
A IGREJA. – Dt 6.5, Ef 5.25.
2.
ALEGREMENTE CUMPRIRÁS O TEU DEVER DE PROVEDOR DO LAR, TRABALHANDO E COM O SUOR
DO TEU ROSTO COMERÁS O TEU PÃO. – Gn 3.19.
3.
PROTEGERÁS A TUA MULHER COM TODAS AS TUAS FORÇAS, TUDO FAZENDO PELO SEU
BEM-ESTAR E SEGURANÇA. – Lc 12
4.
DARÁS HONRA A TUA MULHER COMO VASO MAIS FRACO, COABITANDO COM ELA COM
ENTENDIMENTO. – 1 Pe 3.7
5.
VIGIARÁS CONSTANTEMENTE PARA NÃO DESEJARES A MULHER DO TEU PRÓXIMO.
6.
NÃO DARÁS LUGAR AO CIÚME EM TUA MENTE, PROCURANDO SER PURO EM TODAS AS COISAS. – Tt 1.15
7.
MANTERÁS SEMPRE O TEU BOM HUMOR E NÃO TE IRRITARÁS COM TUA MULHER. – Cl 3.19
8.
PROCURARÁS TER TEMPO PARA CONVERSAR COM TUA MULHER, SABENDO QUE ELA TEM
NECESSIDADE DE EXPRESSAR O QUE LHE VAI NA ALMA. – Ec 3.1
9.
NÃO MENTIRÁS A TUA MULHER, NEM FARÁS QUALQUER NEGÓCIO SEM QUE ELA PARTICIPE,
PROCURANDO COMBINAR COM ELA E OUVIR SUA OPINIÃO, COMO A AUXILIADORA. – Zc 8.16
05
- SEXUALIDADE É BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO?
Sexualidade (Dicionário Aurélio): "Qualidade de sexual. O conjunto dos fenômenos da vida sexual. Sexo". Somos seres sexuados, seres que possuem órgãos sexuais, órgãos específicos na mulher e no homem destinado à reprodução da espécie. Todos nós possuímos sexualidade, possuímos sexo. E essa capacidade de reprodução da espécie foi-nos dada por Deus, quando nos criou. Deus nos criou assim. E mais: para que a espécie humana continuasse se multiplicando, Deus fez com que o ato sexual fosse prazeroso, agradável, e servisse, também, para que o casal (marido/mulher) tivesse interesse um pelo outro, e mantivesse laços conjugais cada vez mais fortes. Por tudo isso deve dar graças a Deus. Não só pelo sexo, pela sexualidade, mas devemos dar graças pelos nossos sentidos, nossa capacidade de planejar, de pensar, de raciocinar, de amar: "EM TUDO DAI GRAÇAS, POIS ESTA É A VONTADE DE DEUS EM CRISTO JESUS PARA CONVOSCO" (1 Timóteo 5.18). Nesse sentido, a sexualidade é uma bênção. Quando Deus concluiu sua obra-prima, o homem, Ele disse que o que havia feito ERA MUITO BOM (Gênesis 1.31). Portanto, tudo de que dispomos para viver é ótimo. Todavia, assim como há homens que usam as mãos para roubar, torturar, matar, e oferecer iguarias aos demônios; os olhos para ver coisas impuras e contemplar outros deuses; os ouvidos para ouvir palavras imorais e músicas profanas; o coração para odiar o próximo, e adorar ídolos, da mesma forma muitos usa a sexualidade de forma pervertida: homens com homens e mulheres com mulheres numa relação sexual vergonhosa, imoral e proibida por Deus; ou usam sua sexualidade por puro prazer, fora do compromisso de uma vida conjugal estável. Assim usada, a sexualidade é pecado, por tratar-se de uma impureza e imoralidade.
Sexualidade (Dicionário Aurélio): "Qualidade de sexual. O conjunto dos fenômenos da vida sexual. Sexo". Somos seres sexuados, seres que possuem órgãos sexuais, órgãos específicos na mulher e no homem destinado à reprodução da espécie. Todos nós possuímos sexualidade, possuímos sexo. E essa capacidade de reprodução da espécie foi-nos dada por Deus, quando nos criou. Deus nos criou assim. E mais: para que a espécie humana continuasse se multiplicando, Deus fez com que o ato sexual fosse prazeroso, agradável, e servisse, também, para que o casal (marido/mulher) tivesse interesse um pelo outro, e mantivesse laços conjugais cada vez mais fortes. Por tudo isso deve dar graças a Deus. Não só pelo sexo, pela sexualidade, mas devemos dar graças pelos nossos sentidos, nossa capacidade de planejar, de pensar, de raciocinar, de amar: "EM TUDO DAI GRAÇAS, POIS ESTA É A VONTADE DE DEUS EM CRISTO JESUS PARA CONVOSCO" (1 Timóteo 5.18). Nesse sentido, a sexualidade é uma bênção. Quando Deus concluiu sua obra-prima, o homem, Ele disse que o que havia feito ERA MUITO BOM (Gênesis 1.31). Portanto, tudo de que dispomos para viver é ótimo. Todavia, assim como há homens que usam as mãos para roubar, torturar, matar, e oferecer iguarias aos demônios; os olhos para ver coisas impuras e contemplar outros deuses; os ouvidos para ouvir palavras imorais e músicas profanas; o coração para odiar o próximo, e adorar ídolos, da mesma forma muitos usa a sexualidade de forma pervertida: homens com homens e mulheres com mulheres numa relação sexual vergonhosa, imoral e proibida por Deus; ou usam sua sexualidade por puro prazer, fora do compromisso de uma vida conjugal estável. Assim usada, a sexualidade é pecado, por tratar-se de uma impureza e imoralidade.
06
- SENSUALIDADE É PECADO?
Em primeiro lugar, interessa-nos saber o que é sensualidade. O Dicionário Aurélio diz: Sensualidade é amor aos prazeres materiais. O dicionário da Bíblia On-line diz: Sensualidade é lascívia (conduta vergonhosa, como imoralidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria). Gálatas 5.19 incluem a sensualidade como obra da carne: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, as cercas das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. Ver Marcos 7.22; Romanos 1.27 (homossexualismo). Tudo isso e mais alguma coisa é SENSUALIDADE. Não se deve relacionar sensualidade apenas com sexo, que, se praticado licitamente, ou seja, entre casados, não é pecado. Sexo realizado fora do leito conjugal é adultério (Hebreus 13.4).
Em primeiro lugar, interessa-nos saber o que é sensualidade. O Dicionário Aurélio diz: Sensualidade é amor aos prazeres materiais. O dicionário da Bíblia On-line diz: Sensualidade é lascívia (conduta vergonhosa, como imoralidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria). Gálatas 5.19 incluem a sensualidade como obra da carne: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, as cercas das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”. Ver Marcos 7.22; Romanos 1.27 (homossexualismo). Tudo isso e mais alguma coisa é SENSUALIDADE. Não se deve relacionar sensualidade apenas com sexo, que, se praticado licitamente, ou seja, entre casados, não é pecado. Sexo realizado fora do leito conjugal é adultério (Hebreus 13.4).
·
· 7
- PIADAS EVANGÉLICAS: DEVEMOS EVITÁ-LAS?
·
Uma piada é uma coisa muito séria. (Winston Churchill
Uma piada é uma coisa muito séria. (Winston Churchill
Um
dos argumentos dos que julgam não existir qualquer problema em se contar/ouvir
piadas é o de que o riso é bom para a saúde, e elas nos proporcionam alegria.
Há uma grande diferença entre riso e alegria. O riso poderá se transformar até
numa gargalhada quando a piada é forte e bem bolada, mas o coração poderá
continuar triste. Nem sempre os palhaços são pessoas felizes e alegres, apesar
dos risos que provocam. A alegria está no coração, e devemos buscá-la no
Senhor: "Não tenho maior alegria do que esta: a de ouvir que os meus
filhos andam na verdade" (3 João 4). "O reino de Deus não é comida
nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14.17).
Alegria maior é servir ao Senhor e andar segundo os seus estatutos (Salmos
37.4). Maria declarou que a sua alma engrandecia ao Senhor, e seu espírito se
alegrava em Deus seu Salvador (Lucas 1.46-47).
A
prática de piadas é incompatível com uma vida cristã e santa. A verdade é que
as piadas não convêm aos santos. Às vezes surgem piadas envolvendo irmãos de
outras denominações, envolvendo pastores e a Palavra Sagrada. Contudo, Deus
recomenda santidade: "Sede santos, porque eu sou santo" ( 1 Pedro
1.16). Paulo disse: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas
convêm.. eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" (1 Coríntios 6.12).
As piadas estão mais ligadas às obras da carne do que às do espírito recriado
(Gálatas 5.19). Eis a questão: dominar/refrear a natureza pecaminosa.
Não
raro as piadas envolvem mexericos, zombaria, malícia, escárnio, desprezo pelo
ser humano, e muita imoralidade quando resvalam para o plano sexual. Não são
recomendáveis para quem busca a santificação. Poderíamos imaginar Jesus
chamando os apóstolos para uma seção de risos e piadas, para descontrair, após
um dia de trabalho? Claro que não. Poderíamos imaginar uma sessão de piadas
evangélicas após um culto de louvor e adoração a Deus? Não duvido de que isto
esteja ocorrendo alhures! Ora, no que pudermos, devemos ser imitadores de
Cristo: "Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo" (1
Coríntios 11.1).
A
maioria das piadas é mentira, estórias inventadas. Quando surgem de um fato
verídico, servem para ridicularizar as pessoas envolvidas. Ora, Deus não aprova
a mentira: “Pelo que deixai a mentira, e falem a verdade cada um com o seu
próximo... e não deis lugar ao diabo. Não saia da vossa boca nenhuma palavra
torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, conforme a necessidade,
para que beneficie aos que a ouvem” (Efésios 4.25,27,29). As piadas nada
acrescentam de bom à nossa vida espiritual.
E
as piadas na televisão? Para quem gosta dos programas televisivos estão aí com
muitas piadas para o deleite de muitos. É só ligar-se na telinha, aos domingos,
dar gostosas gargalhadas, e descontrair-se. A carne agradece. Todavia, tal
prática é contra a Palavra de Deus: “Bem-aventurado o homem que não anda
segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se
assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na
sua lei medita de dia e de noite” (Salmos 1.1-2). Ligar o televisor com esse
fim é o mesmo que juntar-se com os escarnecedores, trazê-los para nossa casa,
aplaudi-los e concordar com suas zombarias e obscenidades. Não devemos colocar
coisas impuras diante de nossos olhos (Salmos 101.3)
Alguns
diriam: "Mas assim é difícil ser cristão"! Quem falou que é fácil?
Vejam que Jesus falou em carregar cada um a sua cruz e seguir um caminho
estreito, que leva a uma porta estreita; ensinou-nos a amar nossos inimigos e
por eles orar. E disse que seríamos perseguidos e odiados por causa do Seu
nome. É fácil?
IV.DÍZIMOS E OFERTAS. A
fidelidade do obreiro aprovado
Textos iniciais: Malaquias 3:8-10 e
Mateus 25:14-30
INTRODUÇÃO:
A
infidelidade a Deus nos Dízimos e nas Ofertas tem impedido crentes de viverem a vida abundante
que a Palavra de Deus promete.
O
estudo deste tema para crentes fiéis e superatraente e motivo de louvor e
júbilo! Porém, para os infiéis se mostra pesado, e pouco atraente!
Vejamos
o que nos diz a Palavra de Deus...
Provérbios
3.9-10
“Honra
ao Senhor com a tua fazenda e com as prímicias de toda tua renda; e se encherão
os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares”.
Comentário:
Dízimo,
é a décima parte do que recebemos, como gratidão e reconhecimento a Deus pelas
bênçãos recebidas. O dízimo era utilizado para as despesas e sustento dos
sacerdotes.
Nos
tempos bíblicos: dedicação da décima parte dos produtos agrícolas, do gado e de
outros bens em adoração a Deus.
Devemos
todos honrar a Deus com as primícias da nossa renda a fim de honrá-lo como
Senhor da nossa vida e das nossas posses. O SENHOR diz em 1 Sm 2.30 - Aos que
me honram honrarei.
Se
honrarmos a Deus com as primícias da nossa renda, a Palavra de Deus nos garante
que a bênção permanecerá sobre a nossa casa.
Ezequiel
44.30
“E as primícias de todos os primeiros
frutos de tudo e toda oferta de todas as vossas ofertas serão dos sacerdotes;
também as primeiras das vossas massas darão ao sacerdote, para que faça repousar
a bênção sobre a tua casa”.
No
Velho Testamento:
1
- Os patriarcas deram o dízimo:
Abraão
deu dízimo a Melquisedeque (rei de justiça), Sacerdote-rei de Salém, do despojo
tomado dos Assírios quando Abraão libertou Ló e o povo de Sodoma, na guerra de
4 reis contra 5 (Gn 14).
-
Melquisedeque, numa tradição hebraica, é tido como SEM filho de Noé e
sobrevivente do dilúvio que ainda vivia como o homem mais velho do mundo na
época.
Jacó
em Betel (Casa de Deus) teve um sonho, e via posta na terra uma escada cujo
topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela, e
viu o SENHOR em cima dela e Deus renova as promessas que havia feito a Abraão e
a Isaque (veja em Gênesis 28.11-17).
E
Jacó, faz um propósito com Deus; se realmente Deus o abençoar e o guardar e
tiver pão pra comer e vestes para vestir e o trazer de volta à casa de seus
pais, o SENHOR seria seu Deus, então ele daria o dízimo de tudo quanto tiver
recebido de Deus (veja em Gênesis 28.18-22).
2
- A Lei de Moisés
A
instituição do dízimo como mandamento da Lei de Moisés, ocorreu mais tarde com
a libertação de Israel da escravidão do Egito. Em Levítico 27.30 e ss, Deus
instrui Moisés a respeito das dízimas do campo, da semente do campo e do fruto
das árvores - são do SENHOR; santas são ao Senhor. No tocante à
dízima de vacas e ovelhas, de tudo que passar por debaixo da vara, o dízimo
será santo ao SENHOR.
Em
Números 18.21 e ss, Deus destina os dízimos aos levitas pelo ministério deles,
na tenda da congregação, pois eles não tinham herança no meio dos filhos
de Israel. Os levitas também tinham que dar o dízimo dos dízimos recebidos.
Talvez
o texto mais conhecido na Bíblia sobre os dízimos seja o de Malaquias 3.8 e ss.
Os israelitas haviam deixado de dizimar. O dízimo fazia parte da Lei de Moisés,
instituído por Deus para os filhos de Israel, é certo que esse povo em conseqüência
da recusa em contribuir estariam debaixo de maldição:
Malaquias
3.8-9
v.8 “Roubará o homem a Deus? Todavia,
vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas
alçadas”.
v.9 “Com maldição sois amaldiçoados,
porque me roubais a mim, vós, toda a nação”.
Não
há dúvida quanto a obrigatoriedade de dizimar segundo a Lei de
Moisés. Quanto à maldição citada por Malaquias, também não há dúvidas de
que aquele que não oferecesse seu dízimo ao Senhor, estaria debaixo da maldição
da Lei (ver Dt 28.15 e ss).
Falamos
de maldição para aquele que não dizimava, no entanto, para o dizimista fiel, a
palavra reserva uma promessa maravilhosa, e cheia de bênçãos e o próprio Deus
permite que seja provado a respeito disso:
Malaquias
3.10-12
v.10 “Trazei todos os dízimos à casa
do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, de depois fazei prova de
mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não
derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança”.
v.11 “E, por causa de vós,
repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide
no campo não vos será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”.
v.12 “E todas as nações vos chamarão
bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos
Exércitos”.
No
Novo Testamento:
Os
princípios do Antigo Testamento são válidos também no Novo Testamento. O Senhor
Jesus não aboliu o dízimo, mas deixou claro que ao dizimar não podemos
esquecer-nos do Juízo e do amor de Deus.
Jesus
disse isso, referindo-se aos fariseus que dizimavam a hortelã e a arruda,
e a hortaliça, mas esqueciam-se do amor e da justiça; como muitas pessoas nos
dias de hoje, dão seu dízimo esperando receber riquezas e honra, mas
esquecem-se do amor e da misericórdia.
Lucas
11.42
“Mas ai de vós, fariseus, que
dizimais a hortelã, e a arruda, e toda hortaliça e desprezais o Juízo e o amor
de Deus! Importava fazer essas coisas e não deixar as outras”.
No
sermão da montanha, Jesus estava falando sobre o dever de sermos misericordiosos,
de amar o nosso próximo, da generosidade, da ajuda que podemos dar a quem
necessita depois Jesus mostra a gratidão de Deus para aquele que generosamente
faz a obra de Deus, em Lucas 6.38 o Senhor Jesus diz:
“Daí, e ser-vos-á dado; boa medida,
recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com
que medirdes também vos medirão de novo”.
O
apóstolo Paulo falando aos Coríntios, (2 Co 9.6) diz:
“E digo isto: Que o que semeia pouco,
pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também
ceifará”.
Vamos
aprender com o texto de 2 Coríntios 9: 3 a 11. Como Paulo tratou à questão dos
dízimos e ofertas na igreja que se iniciava em Corinto.
1
- É preciso que a igreja esteja pronta para colaborar. É obrigação de
o Pastor ensinar e preparar a igreja para contribuir de modo que ninguém seja
pego desprevenido na hora de ofertar.
2
- Além de estar preparada para abençoar, que sua contribuição seja
realmente bênção sem avareza; que cada um contribua com seu melhor, que é para
Deus. Contribuindo segundo a medida da fé que todos nós temos; certamente as
bênçãos do Senhor virão sobre nós de forma abundante, tanto material
como espiritualmente falando.
3
- Paulo, não determina valores para as ofertas, mas deixa claro que aquele que
semeia com abundância, com abundância irá colher, e ensina que todos devem
colaborar com alegria e não com tristeza, de boa vontade não por necessidade ou
porque espera receber mais.
2
Coríntios 9.7
“Cada um contribua com o que propôs
no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá
com alegria”.
Diz
a palavra de Deus que há um memorial escrito diante de Deus, para aqueles que
se lembram do Seu nome; pois bem, lembrar-se de Deus também é não se esquecer
do Reino de Deus. Paulo diz que quem contribui com alegria, a sua justiça
permanece para sempre.
2
Coríntios 9.10
”Ora, aquele que dá a semente
ao que semeia e pão para comer também multiplicará a vossa sementeira e
aumentará os frutos da vossa justiça”.
4
- Paulo lembra também, que o dízimo glorifica a Deus, pela
liberalidade de dons, e diz que esse dom, é inefável, ou seja, não se pode
exprimir por meio de palavras (2 Co 13 e 15).
Dízimo,
é um dever do crente, não como obrigação ou por culpa, necessidade ou
favor; a contribuição deve ser para a promoção do Reino de Deus, para a
igreja e para difundir o Evangelho de Cristo.
A
Deus pertence todas as coisas, em Salmos 24.1 diz:
“Do Senhor é a terra e a sua
plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam”.
Quando
damos o nosso dízimo à Casa de Deus, não estamos fazendo nada além do que
devolver a Deus um pouco do que Ele nos tem dado, é o mínimo que podemos fazer.
Em
Êxodo 25.2 Deus falou a Moisés para que trouxessem uma oferta alçada; de todo
homem cujo coração se movesse voluntariamente, em 1 Coríntios 16.2b, Paulo diz
para separarem uma oferta segundo a prosperidade de cada um.
O
dízimo no AT era a décima parte da renda. Qualquer um que desse menos que isso
estaria em desobediência a Deus, conforme Malaquias 3.8, estaria roubando ao
Senhor; no NT aprendemos que devemos contribuir segundo a medida de nossas
posses, proporcionalmente àquilo que o Senhor nos tem dado.
Nossa
contribuição tem que ser sacrificial, da mesma forma que o Senhor Jesus
sacrificou-se por nós.
Lembre-se, o sacrifício que não custa
nada, que valor poderia ter?
O
rei Davi pecou ao enumerar o povo de Israel
.
Quando o Profeta Gade veio a ele e mandou levantar um altar na eira de
Araúna, o Jebuseu, o rei Davi não aceitou a terra nem o gado nem a madeira para
o sacríficio que Araúna se propôs a dar a ele. Antes pagou o preço, pois
entendia que o sacrifício para Deus que não custasse nada não lhe teria
nenhum valor.
2
Samuel 24.22-24
v.22 “Então disse Araúna a Davi: Tome
e ofereça o rei meu senhor o que bem parecer aos seus olhos; eis aí bois para o
holocausto, e os trilhos, e o aparelho dos bois para a lenha”.
v.23 “Tudo isto deu Araúna ao rei.
Disse mais Araúna ao rei: O Senhor teu Deus tome prazer em ti”.
v.24 “Porém o rei disse a Araúna:
Não; porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor meu
Deus holocaustos que me não custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois
por cinqüenta siclos de prata”.
O
presente estudo tem por finalidade mostrar de maneira simples, que o
dízimo que apresentamos o Deus tem que ser algo do coração, como o Apóstolo
Paulo ensina; deve ser dado com generosidade, sem avareza ou espírito de
miséria, na certeza que o nosso Deus é que nos sustenta e nos dá a semente para
semear, e não permitirá como diz em Malaquias 3.11 que o devorador consuma o
fruto de nossa terra.
Jesus
levou sobre si as maldições da lei, portanto, não acredito que alguém que não
esteja entregando seu dízimo ao Senhor seja uma pessoa amaldiçoada, no entanto,
aprendo que aquele está em falta perante o Senhor nos dízimos e nas ofertas
deixa de participar das bênçãos que a Palavra de Deus, nos promete.
Veja
abaixo, somente nesse estudo as promessas de Deus para aquele que dá com
alegria:
1 - As bênçãos do Senhor repousarão
sobre nossa casa - Ezequiel 44.30
2 - As janelas do céu se abrirão e
derramarão das bênçãos do Senhor de forma a nos dar a maior abastança (fartura,
riqueza) - Malaquias 3.10
3 - O devorador será repreendido das
nossas vidas e tudo que plantarmos iremos colher - Malaquias 3.11
4 - Deus honrará a nossa fé, e
encherá nossos celeiros e nossos lagares - Provérbio 2.9-10
5 - Semeando com abundância, em
abundância ceifaremos - 2 Coríntios 9.6
6 - A nossa justiça permanecerá para
sempre e Deus multiplicará a nossa sementeira - 2 Coríntios 9.9-10
6 - Podemos fazer prova de Deus,
somente o dizimista tem esse privilégio - Malaquias 3.10b
Amém!
I
- O QUE É DÍZIMO?
R
= É 10% (dez por cento) ou 1/10 avos.
Deus
é muito bom, de 100% Ele permite que fiquemos com 90%, nos pede apenas 10%!
Não
é OFERTA! Oferta é tudo aquilo que damos além do dízimo.
OFERTA
ALÇADA - Vem do Hebraico “teruma” = PESADAS, ALTAS, ELEVADAS, PRODUTIVAS...
II
- NÓS SOMOS MORDOMOS DO SENHOR
Mordomo
é o Administrador de Bens Alheios
Tudo
o que temos, na verdade, não é nosso - É do Senhor!
I
Cor 10:26 “Porque do Senhor é a terra e a sua Plenitude”
Ageu
2:8 “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor
dos Exércitos.”
SL
50:10 “Porque meu é todo o animal da selva, e o gado sobre milhares de
montanhas. Conheço as aves dos montes e minhas são todas as feras do campo...”
Col
1:16 “... tudo foi criado por meio dele e para Ele.”
Gn
2:15 - “E tomou o Senhor Deus ao homem e o pôs no Jardim do Éden para o lavrar
e guardar.” - Deus não deu o jardim ao homem, pôs o homem no jardim para o lavrar e
guardar...
Mt
25:14-30 - Na parábola dos talentos vemos que o Senhor entregou os talentos para os servos
administrarem... Mas tarde o Senhor volta para pedir contas de tudo!
III
- TUDO O QUE TEMOS VEM DO SENHOR
I
CRÔNICAS 29:14
Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.
Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.
Os
2:8-9 “Ela, pois, não soube que eu é que lhe dei o grão, e o vinho, e o óleo, e
lhe multipliquei a prata e o ouro... Portanto, tornar-me-ei e reterei a seu
tempo o meu grão, e o meu vinho; e arrebatarei a minha lã e o meu linho...”
IV
- UM DIA TEREMOS QUE PRESTAR CONTAS
É
o que aprendemos na Parábola dos Talentos - Mt 25:14-30
Rm
14:12 “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.”
II
cor 5:10 “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de
Cristo...”
Prestaremos
conta de TUDO! Dos dízimos (10%) e até mesmo dos restantes 90% que também não é
nosso! (somos apenas mordomos...)
V
- O DÍZIMO É BÍBLICO
A) NO VELHO TESTAMENTO
1)
No Éden - Já vemos o princípio do dízimo quando o Senhor separou uma árvore
para Ele
2)
Abraão dizimou - Gn 14:20 - Note que Abraão não viveu debaixo da Lei e sim da
Graça - Gál 3:17.
3)
Jacó dizimava - Gn 28:20-22 - também viveu antes da lei!
4)
Melquisedeque (Sacerdote) recebia dízimos - Hb 7:1-2 - antes da lei!
5)
O dízimo foi depois incluído na Lei - Lv 27:30-32 - Nm 18:21-24 - Dt 14:22-29
“O dízimo será santo ao Senhor” - Os que costumam dizer que não dão o dízimo
porque é coisa da lei, saibam que Jesus afirmou que a Lei não foi revogada “Não
penseis que vim revogar a Lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para
cumprir” - Mt 5:17 ( leia até o verso 20).
6)
Salomão, que foi o homem mais sábio da terra, afirmou: - “Honra ao Senhor com
os teus bens e com as primícias de toda a tua renda e se encherão fartamente os
teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.” (Prov 3:9-10).
B) NO NOVO TESTAMENTO:
1)
Em Jesus foi restaurado o tempo da graça (que existiu no tempo de Abraão) - e a
graça não exclui o dizimar...
2)
O Novo Testamento não anula, cancela ou revoga o V.T. apenas modifica ou
adiciona... E não alterou a lei do dízimo!
3)
Exemplos: O Fariseu da parábola (Lc 18:12) - Os
fariseus em geral (Mt 23:23).
4)
Levi (=Mateus) recebia dízimos - de quem? Sinal de que era prática apostólica
Hb 7:9
5)
Judas Iscariotes era Tesoureiro do colégio apostólico - para quê havia um
Tesoureiro? Certamente para recolher dízimos e ofertas!
6)
Jesus ratificou a prática do dízimo:
“Porque
vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus de modo
nenhum entrareis no reino dos céus.” - Mt 5:20
Exceder - significa fazer tudo de correto que
eles faziam e muito mais.
“Ai
de vós escribas e fariseus hipócritas, pois que dizimais a hortelã, o endro e o
cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé.
Deveis, porém fazer estas coisas e não omitir aquelas.” - Mt 23:23
“Estas
coisas” - deveis fazer... ( praticar o juízo, a misericórdia e a fé )
e
“Não omitir aquelas” = ( dar o dízimo )
7)
“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” - Lc 20:19-26
De
César - era o imposto
De
Deus - o dízimo!!!
8)
Cristo é Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque - SL 110:4 - Hb
7:17,21.
Melquisedeque
recebia dízimos de Abraão...
Cristo
recebe dízimos dos filhos de Abraão... (nós somos filhos na fé de Abraão)
9)
Outros textos em que Cristo aprova a contribuição financeira e reprova a
avareza:
Aprovou
a oferta da viúva pobre Lc 21:1-4;
Lc 11:42; Lc
12:15,22-31,42-44; Lc 16:1,2,10-12; Lc 18:18-23; 29-30; Lc 19:11-27
VI
- DESCULPAS INFUNDADAS (QUE DEUS JAMAIS ACEITARÁ!)
1)
“NÃO ENTREGO O DÍZIMO, MAS DOU OFERTAS” - Lv 27:30-32 “ O dízimo é santo ao
Senhor” - A lei não foi revogada! Mal 3:8 diz que quem não dizima rouba a Deus
- Uma oferta que é menor (não pelo valor!) não substitua uma dívida maior! O
dízimo é mais importante!
2)
“EU ADMINISTRO O MEU DÍZIMO...” - Errado! Está escrito: “Trareis à Casa do
Tesouro” - Deve ser entregue publicamente na Igreja onde se é membro ou
participante;
3)
“NÃO DOU O DÍZIMO PORQUE GANHO POUCO” - Injustificável... Sendo o dízimo
percentual, ele é proporcional... É cálculo justo, igual para todos
(10%). - Jesus não olha apenas o que damos,
mas o que nos sobra! (caso da viúva pobre, ele percebeu que não lhe sobrou
nada!)
4)
“NÃO DOU PORQUE NÃO SOBRA” - O Dízimo deve ser “primícia” para Deus. Deve ser o
primeiro pagamento quando recebemos o nosso salário. Deve ser dado pela fé!
Deus está em primeiro lugar, e deve ocupar o primeiro lugar na sua vida, e
também no seu orçamento.
5)
“NÃO CONCORDO COM A ADMINISTRAÇÃO DA IGREJA”
-
Ao entregar o dízimo, o estamos entregando para Deus...
-
Os Administradores dos recursos de Deus, terão que prestar contas da sua
administração...
-
E você prestará contas do que não deu!
-
concordando ou não, devemos entregar o dízimo na igreja onde somos membros ou
participantes.
VII
- UMA TERRÍVEL VERDADE:
Deus
não permite que o crente use o dinheiro do dízimo em seu próprio benefício!
Deus promete bênçãos, mas também maldição!
Adão
quis usar o dízimo do Senhor ( A árvore separada por Deus para Ele ) - Veja que
terrível punição recebeu!
Agora
veja que terrível verdade está em Ageu Cap. 1:2-11 - Leia!
O
muito que você espera se tornará pouco... O dinheiro vai estar sempre faltando
na sua vida, não vai render!
Deus,
com assopro, dissipa o seu dinheiro!
É
como se você pegasse todo o seu salário e pusesse em um saco, e, segurando-o
pela boca, vai levando a bolada para casa... Só que o “saco” está furado, e o
dinheiro perdem-se todo pelo caminho.
A
terra retém seus frutos... O Céu o seu orvalho!
SACO
FURADO NA VIDA DO CRENTE É...
-
médico, farmácia, hospital, batida do carro, ladrão, etc.
O
dinheiro de Deus em nossas mãos é maldição! Ele assopra porque nos quer bem...
Ele quer nos dar prosperidade - precisamos confiar n´Ele e ser fiel nos dízimos
e nas ofertas.
O
correto seria termo no culto público um Ato exclusivo para entrega de dízimos.
As ofertas seriam entregues em outro momento distinto. E, no ritual de entrega
dos dízimos, deveríamos observar a seguinte ordem: - Primeiro, o Pastor;
Segundo, Os Oficiais e demais líderes; Terceiro, a congregação em geral.
VIII
- BÊNÇÃOS PARA OS DIZIMISTAS
“Fazei
prova de mim se eu não vos abrir as janelas do céu... e derramar bênçãos sem
medida”
Deus
não quer filhos pobres e necessitados!
Nossa
fidelidade é a porta da prosperidade!
Faça
prova, decida ser dizimista a partir de hoje
CONCLUSÃO
Se
há dívidas acumuladas (dízimos atrasados) ele perdoa todos os seus pecados...
Mas
agora te diz: vá e não peques mais para que não te suceda mau pior
Faça
um propósito de dar o dízimo a partir de hoje(e se poder dê também os
atrasados.. )
V. OS DEZ
MANDAMENTOS DA MORDOMIA CRISTÃ
Parte 1 - Introdução
1 Pe 4.10 e 11; 1 Co 4.1 e 2
A palavra mordomia sofreu, ao longo dos anos, uma deturpação devido ao seu mau uso. Esta palavra é usada como regalias e favores concedidos, especialmente pelos governos, a alguns funcionários públicos. Ou ainda, quando pensamos em mordomo, pensamos num romance ou filme policial em que o mordomo sempre é o criminoso. Estes não são os sentidos bíblicos da mordomia cristã.
1 Pe 4.10 e 11; 1 Co 4.1 e 2
A palavra mordomia sofreu, ao longo dos anos, uma deturpação devido ao seu mau uso. Esta palavra é usada como regalias e favores concedidos, especialmente pelos governos, a alguns funcionários públicos. Ou ainda, quando pensamos em mordomo, pensamos num romance ou filme policial em que o mordomo sempre é o criminoso. Estes não são os sentidos bíblicos da mordomia cristã.
1. SIGNIFICADO
DA PALAVRA MORDOMO:
A palavra mordomo, em português, vem do latim majordomus, que tem o mesmo significado do grego oikonomov - oikonomos (oikov - oikos, casa, e nomov - nomos, governo). Major, em latim, é maior ou principal, e domus, casa, a casa com tudo que ela contém e significa. Assim mordomo é o principal servo, o que administra a casa do seu senhor.
Vejamos alguns mordomos na Bíblia: Eliézer (Gn 24.2) e José (Gn 39.4-
A palavra mordomo, em português, vem do latim majordomus, que tem o mesmo significado do grego oikonomov - oikonomos (oikov - oikos, casa, e nomov - nomos, governo). Major, em latim, é maior ou principal, e domus, casa, a casa com tudo que ela contém e significa. Assim mordomo é o principal servo, o que administra a casa do seu senhor.
Vejamos alguns mordomos na Bíblia: Eliézer (Gn 24.2) e José (Gn 39.4-
2. CONCEITO
BÍBLICO DA MORDOMIA:
“É o reconhecimento da soberania de Deus, a aceitação do nosso cargo de depositários da vida e das possessões, e administração das mesmas de acordo com a vontade de Deus”
“É o reconhecimento da soberania de Deus, a aceitação do nosso cargo de depositários da vida e das possessões, e administração das mesmas de acordo com a vontade de Deus”
3. BASE
BÍBLICA DA MORDOMIA CRISTÃ:
a) Deus é dono de tudo e de todos:
Do universo: Gn 1.1; 14.22; l Cr 29.l3-l4; Sl 24.l; 50.10-12.
Do homem:
por direito de criação-I 42.5
por direito de preservação: At l4.l5-l7 e At 17.22-28
por direito de redenção: 1 Co 6.l9e20; Tt 2.l4 e Ap 5.9
b) O homem é o mordomo - Gn 1.28; 2.l5 e Sl 8.3-9.
a) Deus é dono de tudo e de todos:
Do universo: Gn 1.1; 14.22; l Cr 29.l3-l4; Sl 24.l; 50.10-12.
Do homem:
por direito de criação-I 42.5
por direito de preservação: At l4.l5-l7 e At 17.22-28
por direito de redenção: 1 Co 6.l9e20; Tt 2.l4 e Ap 5.9
b) O homem é o mordomo - Gn 1.28; 2.l5 e Sl 8.3-9.
4. VALOR
DA DOUTRINA PARA A VIDA CRISTÃ
Senso do sagrado
Senso de responsabilidade
Senso de dependência
Senso do sagrado
Senso de responsabilidade
Senso de dependência
CONCLUSÃO:
A mordomia cristã estabelece como verdade que Deus é o Senhor, o Dono de tudo quanto existe na terra e no céu e concedeu ao homem o privilégio e responsabilidade de administrar. Os homens não são os donos, mas mordomos.
A mordomia cristã estabelece como verdade que Deus é o Senhor, o Dono de tudo quanto existe na terra e no céu e concedeu ao homem o privilégio e responsabilidade de administrar. Os homens não são os donos, mas mordomos.
“Além
disso, requer-se nos despenseiros (ou mordomos) que se ache fiel.”
Parte 2 - Mordomia do corpo
1 Co 6.l9 e 20
O corpo é a estrutura física do homem. Este foi criado por Deus com um cuidado especial. Ao criar as demais coisas, Deus disse: “Haja...” Quando, porém, criou o homem, formou-o do pó da terra e soprou-lhe nas narinas dando assim o fôlego da vida (Gn 2.7). O salmista Davi disse: “Eu te louvarei porque de um modo admirável e maravilhoso fui formado.” (Sl 139.14).
1. CONCEITO
FALSO SOBRE O CORPO
Há um conceito errôneo, que existe desde o primeiro século, divulgado pelos gnósticos de que a matéria é má. Com este negam a encarnação de Jesus (o fato de Jesus ter vindo em carne) e afirmam que Ele veio apenas em Espírito. A Bíblia condena este conceito em I Jo 4.2 e 3 que diz: “Nisto conheceis o Espírito de Deus - todo espírito que confessa que Jesus veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus veio em carne não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e já está no mundo.”
Também afirmam que não devemos nos preocupar com a preservação e santificação do nosso corpo, pois sendo a matéria má não importa o que façamos com o mesmo. A Bíblia, por sua vez, também condena este conceito afirmando que o nosso corpo é templo do Espírito Santo devendo ser cuidado como tal.
Há um conceito errôneo, que existe desde o primeiro século, divulgado pelos gnósticos de que a matéria é má. Com este negam a encarnação de Jesus (o fato de Jesus ter vindo em carne) e afirmam que Ele veio apenas em Espírito. A Bíblia condena este conceito em I Jo 4.2 e 3 que diz: “Nisto conheceis o Espírito de Deus - todo espírito que confessa que Jesus veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus veio em carne não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e já está no mundo.”
Também afirmam que não devemos nos preocupar com a preservação e santificação do nosso corpo, pois sendo a matéria má não importa o que façamos com o mesmo. A Bíblia, por sua vez, também condena este conceito afirmando que o nosso corpo é templo do Espírito Santo devendo ser cuidado como tal.
2. O
QUE A BÍBLIA FALA DO NOSSO CORPO?
Foi criado por Deus: Gn 1.26 e 28 - 2.7 e Sl 139.14.
É templo do Espírito Santo: 1 Co 6.19 e 20.
É usado como metáfora da Igreja: 1 Co 12.12--31.
Podemos glorificar a Deus em nosso corpo (1 Co 6.20 e Fp 1.20), dedicando-o a Deus (Rm 12.1 e 2).
Foi criado por Deus: Gn 1.26 e 28 - 2.7 e Sl 139.14.
É templo do Espírito Santo: 1 Co 6.19 e 20.
É usado como metáfora da Igreja: 1 Co 12.12--31.
Podemos glorificar a Deus em nosso corpo (1 Co 6.20 e Fp 1.20), dedicando-o a Deus (Rm 12.1 e 2).
3. DEVERES
PARA COM O CORPO
Alimento saudável
Higiene do corpo, da casa e das roupas assim evitando doenças
Visitas ao médico em caráter preventivo - vacinas, por exemplo, exames preventivos, etc.
Descanso
Usar trajes santos (Sl 96.9)
Lazer (Lc 2.52)
Fugir da prostituição (1 Co 6.15-18, Ef 5.1-4 e Cl 3.5)
Não fazer uso dos inimigos do corpo: fumo, bebida e drogas
Alimento saudável
Higiene do corpo, da casa e das roupas assim evitando doenças
Visitas ao médico em caráter preventivo - vacinas, por exemplo, exames preventivos, etc.
Descanso
Usar trajes santos (Sl 96.9)
Lazer (Lc 2.52)
Fugir da prostituição (1 Co 6.15-18, Ef 5.1-4 e Cl 3.5)
Não fazer uso dos inimigos do corpo: fumo, bebida e drogas
CONCLUSÃO:
Cuidar do nosso corpo é um dever. Deus escolheu fazer dele o seu templo. Sendo assim, deve ser usado de acordo com a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável. Sabendo que o nosso corpo não é nosso, mas de Deus.
Cuidar do nosso corpo é um dever. Deus escolheu fazer dele o seu templo. Sendo assim, deve ser usado de acordo com a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável. Sabendo que o nosso corpo não é nosso, mas de Deus.
Parte 3 - Mordomia do pensamento
· Assim
devemos ser todo dia, mutantes, porém, leais com o que pensamos e sonhamos;
lembrem-se, tudo se desmancham no ar, menos os pensamentos. (Paulo Baleki)
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo tudo o que é puro tudo o que é amável tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Fp 4.8)
Devemos dar graças a Deus pela capacidade que temos de pensar, refletir e usar esta para a glória de Deus. Deus conhece os nossos pensamentos e o meditar do nosso coração. Somos mordomos do nosso pensamento, assim devemos reconhecer o Senhorio Divino sobre este. Há uma declaração bíblica que diz “... nós temos a mente de Cristo” (I Co 2.16). Ter a mente de Cristo é pensar como Ele e ter o nosso pensamento dominado pelo mesmo.
1. FASES
DO PENSAMENTO
Segundo o Pr. João Falcão Sobrinho o pensamento humano abrange quatro fases:
A memória, o que é acumulado nos registros do cérebro, através dos sentidos físicos.
A análise, a avaliação dos dados da memória, a reflexão.
A imaginação, ou fantasia que está relacionada com as emoções, desejos íntimos e sonhos.
A elaboração do pensamento (a associação entre os dados guardados na memória e a imaginação) em ordem, para ser aplicado à realidade externa.
Segundo o Pr. João Falcão Sobrinho o pensamento humano abrange quatro fases:
A memória, o que é acumulado nos registros do cérebro, através dos sentidos físicos.
A análise, a avaliação dos dados da memória, a reflexão.
A imaginação, ou fantasia que está relacionada com as emoções, desejos íntimos e sonhos.
A elaboração do pensamento (a associação entre os dados guardados na memória e a imaginação) em ordem, para ser aplicado à realidade externa.
2. DEUS
CONHECE OS NOSSOS PENSAMENTOS
Ele sabe os nossos pensamentos - Sl 139. 1 e 2
Os nossos pensamentos devem ser agradáveis a Deus - Sl 19.14
Ele reprova os pensamentos maus - Gn 6.5; Pv 6.16-19 e Pv 15.26
Ele sabe os nossos pensamentos - Sl 139. 1 e 2
Os nossos pensamentos devem ser agradáveis a Deus - Sl 19.14
Ele reprova os pensamentos maus - Gn 6.5; Pv 6.16-19 e Pv 15.26
3. DEVERES
PARA COM O NOSSO PENSAMENTO
Ocupá-lo com coisas boas - Fp. 4.8
Ser cheio da Palavra de Deus - Sl 119.11; I Tm 4.15; Js 1.8
Sempre recordar as bênçãos recebidas de Deus - Sl 103.2
Ser dominado pelo amor - Rm 5.5 e Rm 12.9-21
Ser dominado pela fé - Hb 11.6
Deve sempre estar em renovação - Rm 12. 1 e 2; Cl 3.1-10
Ocupá-lo com coisas boas - Fp. 4.8
Ser cheio da Palavra de Deus - Sl 119.11; I Tm 4.15; Js 1.8
Sempre recordar as bênçãos recebidas de Deus - Sl 103.2
Ser dominado pelo amor - Rm 5.5 e Rm 12.9-21
Ser dominado pela fé - Hb 11.6
Deve sempre estar em renovação - Rm 12. 1 e 2; Cl 3.1-10
4. INIMIGOS
DO PENSAMENTO
Literatura pecaminosa
Programas televisivos e radiofônicos pecaminosos
Fantasias pecaminosas - Mt 5.27 e 28
Más conversações - Sl 1.1 e 2; I Tm 6.20 e I Co 15. 33
Literatura pecaminosa
Programas televisivos e radiofônicos pecaminosos
Fantasias pecaminosas - Mt 5.27 e 28
Más conversações - Sl 1.1 e 2; I Tm 6.20 e I Co 15. 33
CONCLUSÃO
Ao saber que Deus conhece os nossos pensamentos, isso já seria o suficiente para zelarmos por estes. Deus nos deu um filtro para coarmos os nossos pensamentos em Filipenses 4.8: "Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo tudo que é puro, tudo o que é amável tudo o que é boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento."
Ao saber que Deus conhece os nossos pensamentos, isso já seria o suficiente para zelarmos por estes. Deus nos deu um filtro para coarmos os nossos pensamentos em Filipenses 4.8: "Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo tudo que é puro, tudo o que é amável tudo o que é boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento."
Parte 4 - Mordomia das palavras
Mt 12.33-37
Conta-se que no Líbano há muitos anos, foi construído e muito bem equipado um hospital missionário. Mas apesar de haver muitos doentes naquela região, nenhum deles aparecia para submeter-se a qualquer cuidado médico. É que os inimigos do evangelho tinham espalhado a notícia de que os doentes que entrassem ali não sairiam com vida.
Certa manhã um dos médicos viu um cachorrinho com uma perna quebrada e o levou ao hospital para ser socorrido. Internado, o cãozinho foi bem tratado e tudo correu bem, pois logo ficou completamente curado.
A notícia logo se espalhou e aqueles que antes tinham deixado influenciar-se pelos boatos caluniosos, começaram a pensar: Ora, um médico que foi tão bom apenas cuidando da saúde de um animal, não o será também para conosco?
Não demorou muito e os doentes começaram a aparecer para serem tratados. O melhor de tudo, porém, é que quando saiam só falavam bem do hospital, como ainda dos médicos, das enfermeiras e do pessoal. E assim levavam uma semente do evangelho, o que ainda é mais importante do que a saúde.
Antes de dar alguma notícia a respeito de alguém ou de alguma coisa, no reino de Deus, veja primeiro se a história passa por estes três crivos:
1. Você tem certeza de que os fatos são verdadeiros?
2. Ainda que o sejam, será uma bênção contá-los?
3. Além do mais, é necessário sejam divulgados?
Caso não passe por essas três provas, nenhum comentário a respeito de alguém ou de alguma coisa jamais deverá ser feito por qualquer filho de Deus, a menos que ele queira cair na condenação do diabo, o pai da mentira, da calúnia e das difamações. E lembre-se de que o crente difamador é um servo de Deus a serviço do diabo. Não é sem motivo que a Escritura os condene severamente.
"... O difamador separa os maiores amigos". Pv 16.28.
"Irmãos, não faleis mal uns dos outros...". 1Pe 3.10, 11.
"Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? O que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho..." Sl 15.1-3.
O
presente assunto está profundamente relacionado com o anterior (mordomia do
pensamento, parte 4 deste estudo). “Pois a boca fala do que o coração
está cheio” (Mt 12.34; Lc 6:45). O trecho bíblico
citado é esclarecedor para o nosso assunto. Este faz, pelo menos, quatro
afirmações:
1. A palavra reflete o que está no coração.
2. Não é possível purificar as palavras sem antes purificar o coração.
3. Somos responsáveis por aquilo que falamos.
4. Iremos prestar contas a Deus das palavras que proferirmos.
1. A palavra reflete o que está no coração.
2. Não é possível purificar as palavras sem antes purificar o coração.
3. Somos responsáveis por aquilo que falamos.
4. Iremos prestar contas a Deus das palavras que proferirmos.
1. PALAVRAS
QUE AGRADAM A DEUS - Sl 19:14
Palavras que produzem bons resultados - I Pe 3.10 e 11; Pv 15.4
Palavras temperadas com sal - Cl 4.6
Que preservam
Dão gosto
Provocam sede
Diferenciadoras
Palavras oportunas - Pv 25.11
Palavras espirituais - Cl 3.16 e 17; Ef 5.19; Dt. 6.6 e 7
Palavras úteis - Fp 4.8
Palavras que produzem bons resultados - I Pe 3.10 e 11; Pv 15.4
Palavras temperadas com sal - Cl 4.6
Que preservam
Dão gosto
Provocam sede
Diferenciadoras
Palavras oportunas - Pv 25.11
Palavras espirituais - Cl 3.16 e 17; Ef 5.19; Dt. 6.6 e 7
Palavras úteis - Fp 4.8
2. PALAVRAS
QUE ENTRISTECEM A DEUS - Ef 4.29 e 30
Palavras mentirosas _ Is 5.20; Jo 8.44, Ap 21.8
Palavras violentas - Pv 15.1
Palavras desenfreadas - Tg 1.26
Palavras lisonjeiras - I Ts 2.5; Rm 16.17 e 18. Lisonjear é louvar com exagero, ou seja, adulação.
Palavras mentirosas _ Is 5.20; Jo 8.44, Ap 21.8
Palavras violentas - Pv 15.1
Palavras desenfreadas - Tg 1.26
Palavras lisonjeiras - I Ts 2.5; Rm 16.17 e 18. Lisonjear é louvar com exagero, ou seja, adulação.
CONCLUSÃO
Para agradarmos a Deus em nossas palavras precisamos estar com o coração cheio da Palavra de Deus. Sempre sendo conduzido pelo Espírito Santo em nossas palavras. Reconhecendo que Deus é Senhor e que iremos prestar-lhe contas das mesmas.
Para agradarmos a Deus em nossas palavras precisamos estar com o coração cheio da Palavra de Deus. Sempre sendo conduzido pelo Espírito Santo em nossas palavras. Reconhecendo que Deus é Senhor e que iremos prestar-lhe contas das mesmas.
Parte 5 - Mordomia do Tempo
Ef 5.15 e 16
O tempo é mais do que segundos, minutos, horas, dias, anos, décadas, séculos e milênios. “O tempo é um milagre que não se repete”. Alguns dizem que o tempo é dinheiro, mas este é mais precioso do que o dinheiro. Devemos ser bons mordomos do tempo aproveitando bem as oportunidades que este nos oferece.
Ef 5.15 e 16
O tempo é mais do que segundos, minutos, horas, dias, anos, décadas, séculos e milênios. “O tempo é um milagre que não se repete”. Alguns dizem que o tempo é dinheiro, mas este é mais precioso do que o dinheiro. Devemos ser bons mordomos do tempo aproveitando bem as oportunidades que este nos oferece.
1. A NOSSA
VIDA NA TERRA É PASSAGEIRA
É como a sombra - 1 Cr 29.15
Como um palmo na sua extensão - Sl 39.4 e 5
Como mensageiros apressados - Jó 9.25
Como um vapor - Tg 4.14
É como a sombra - 1 Cr 29.15
Como um palmo na sua extensão - Sl 39.4 e 5
Como mensageiros apressados - Jó 9.25
Como um vapor - Tg 4.14
2. CONSIDERAÇÕES
PARA O BOM USO DO TEMPO
Há um tempo determinado para cada coisa - Ec 3.1
Considerar todos os dias - Sl 90.12
O nosso maior investimento deve ser no Reino - Mt 6.19-21; Mt 6.25; Lc 12.16-21
Lembrarmos de Deus - Ec 12.1
Fazer o bem - Gl 6.10
Não procrastinar - Hb 4.7b; Is 55.6; Hb 12.16 e 17; Mt 25.11 e 12
Planejar - “Um indivíduo que sabe o que vai fazer, quando inicia o seu trabalho, já tem metade do trabalho feito”.
Ser pontual
Ser equilibrado
Não gastá-lo com coisas fúteis, inúteis e não essenciais.
Há um tempo determinado para cada coisa - Ec 3.1
Considerar todos os dias - Sl 90.12
O nosso maior investimento deve ser no Reino - Mt 6.19-21; Mt 6.25; Lc 12.16-21
Lembrarmos de Deus - Ec 12.1
Fazer o bem - Gl 6.10
Não procrastinar - Hb 4.7b; Is 55.6; Hb 12.16 e 17; Mt 25.11 e 12
Planejar - “Um indivíduo que sabe o que vai fazer, quando inicia o seu trabalho, já tem metade do trabalho feito”.
Ser pontual
Ser equilibrado
Não gastá-lo com coisas fúteis, inúteis e não essenciais.
CONCLUSÃO
O tempo é algo precioso que deve ser usado com sabedoria, pois quando passa não volta jamais. Tenhamos como o maior investimento o Reino de Deus. Porque o que investe neste permanece para sempre.
O tempo é algo precioso que deve ser usado com sabedoria, pois quando passa não volta jamais. Tenhamos como o maior investimento o Reino de Deus. Porque o que investe neste permanece para sempre.
Parte 6 - Mordomia do Domingo
O presente assunto é extensão do assunto anterior (mordomia do tempo, parte 5). A palavra domingo provém do latim dominicus, de dominus (senhor), e significa relativo ao Senhor, ou seja, do Senhor, portanto “dia do Senhor”. Para entendermos melhor este assunto precisamos comentar a respeito da controvérsia que há entre o sábado e o domingo.
1. O
DIA SÁBADO
A palavra sábado é procedente do hebraico e significa descanso. Esta é a idéia fundamental da palavra, e não o fato de ser o sétimo dia.
Segundo o Pr. Enéas Tognini, há três sábados na Bíblia. O primeiro, o edênico (universal) que Deus institui ao cessar as obras da criação, mostrando que o homem deveria ter um dia para descansar das suas atividades e dedicá-lo ao Senhor (Gn 2.1-3). O segundo, o legal (7o dia) - o judeu da Bíblia e o de hoje guardam este dia (Êx 20.8-11). O terceiro, o cristão (1o dia da semana), dia em que Deus completou o plano de redenção com a ressurreição de Cristo (Mt 28.1; Mc 16.9; Lc 24.1; Jo 20.1).
A palavra sábado é procedente do hebraico e significa descanso. Esta é a idéia fundamental da palavra, e não o fato de ser o sétimo dia.
Segundo o Pr. Enéas Tognini, há três sábados na Bíblia. O primeiro, o edênico (universal) que Deus institui ao cessar as obras da criação, mostrando que o homem deveria ter um dia para descansar das suas atividades e dedicá-lo ao Senhor (Gn 2.1-3). O segundo, o legal (7o dia) - o judeu da Bíblia e o de hoje guardam este dia (Êx 20.8-11). O terceiro, o cristão (1o dia da semana), dia em que Deus completou o plano de redenção com a ressurreição de Cristo (Mt 28.1; Mc 16.9; Lc 24.1; Jo 20.1).
2. POR
QUE GUARDAMOS O DOMINGO?
O domingo comemora a ressurreição de Cristo (versículos acima).
Outros fatos importantes ocorridos no domingo:
- Aparecimento de Cristo à Maria Madalena e aos discípulos - Mc 16.9; Jo 12.19-26
- A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes - Lv 23.16 e At 2.1
O domingo comemora a ressurreição de Cristo (versículos acima).
Outros fatos importantes ocorridos no domingo:
- Aparecimento de Cristo à Maria Madalena e aos discípulos - Mc 16.9; Jo 12.19-26
- A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes - Lv 23.16 e At 2.1
Os discípulos guardaram o domingo:
- Levantaram ofertas - I Co 16.1-4
- Celebraram a Ceia do Senhor - At 20.6 e 7
- João o chamou dia do Senhor - Ap 1.10 e 11
O sábado era um sinal entre o povo de Israel e Deus. Portanto obrigação dos judeus - Êx 31.13-17
Os mandamentos são todos reafirmados no Novo Testamento menos referente ao Sábado.
- Levantaram ofertas - I Co 16.1-4
- Celebraram a Ceia do Senhor - At 20.6 e 7
- João o chamou dia do Senhor - Ap 1.10 e 11
O sábado era um sinal entre o povo de Israel e Deus. Portanto obrigação dos judeus - Êx 31.13-17
Os mandamentos são todos reafirmados no Novo Testamento menos referente ao Sábado.
3. COMO
OBSERVAR O DOMINGO?
- Freqüência à Igreja
- Leitura da Palavra
- Testemunho
- Descanso
- Visita aos doentes...
- Freqüência à Igreja
- Leitura da Palavra
- Testemunho
- Descanso
- Visita aos doentes...
CONCLUSÃO
A principal idéia do Dia do Senhor é que seja um dia entre os sete dias da semana separado para descanso e serviço ao Senhor. O sábado cristão é o domingo. Dia em que Deus completou o seu plano de salvação com a ressurreição de Cristo. Seja você um bom mordomo do dia do Senhor.
A principal idéia do Dia do Senhor é que seja um dia entre os sete dias da semana separado para descanso e serviço ao Senhor. O sábado cristão é o domingo. Dia em que Deus completou o seu plano de salvação com a ressurreição de Cristo. Seja você um bom mordomo do dia do Senhor.
Parte 7 - Mordomia da Influência
Mt 5.16
Mt 5.16
A
perspectiva de Deus sobre tudo é diferente da do homem. Por isso, ele avalia
as pessoas de modo diferente do homem. Por exemplo, no final do período
dos juízes, o povo de Israel clamava por um rei que lutasse nas
suas batalhas. Deus lhes deu primeiro o tipo de rei que eles desejavam: um moço
alto, bem apessoado, que era filho de um guerreiro (1 Samuel 9:1-2). Ainda que
o povo ficasse exultante com este homem, Saul (1 Samuel 10:23-24; 11:14-15),
ele se mostrou ser um desastre espiritual. Então, Deus escolheu um rei de
acordo com seu próprio coração (1 Samuel 13:14), e mandou Samuel a Belém para
ungi-lo. Samuel disse a Jessé que o novo rei seria um dos seus oito filhos, mas
o escolhido entre eles surpreendeu a toda. Deus selecionou este moço, Davi,
porque o Senhor "não vê como vê o homem. O homem
vê o exterior, porém o SENHOR, o coração" (1 Samuel 16:7). Deus olha as pessoas
de modo muito diferente dos homens.
Quando nos tornamos cristãos, precisamos chegar a compartilhar da perspectiva do Senhor sobre as pessoas, uma vez que esta é uma parte do sermos novas criaturas em Cristo. Paulo escreveu: "Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo" (2 Coríntios 5:16). As pessoas não devem mais ser avaliadas de acordo com a carne; isto é, riqueza, raça, habilidades, inteligência, personalidade, eloqüência, nem qualquer coisa externa é o critério que devemos usar para julgar outros. Afinal, na base das características carnais, Jesus seria julgado como um fracasso.
Costumamos usar aqueles por quem temos altas estima como modelos para nossas vidas; portanto, devemos usar o padrão correto para avaliar os outros. Paulo exortou os filipenses a imitarem as pessoas certas (Filipenses 3:17-18). João descreveu Diótrefes, um homem egoísta e arrogante, e descreveu Demétrio, um homem de excelente caráter. Entre suas descrições destes dois, João escreveu: "Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom" (3 João 11). Quem são os nossos modelos de conduta?
Em 2 Coríntios, Paulo descreveu os falsos mestres de lá e escreveu extensivamente sobre seu próprio ministério. Os dois eram radicalmente diferentes. As descrições de Paulo dos falsos irmãos e suas afirmações sobre si mesmo nos dão um modelo a evitar e um exemplo a ser seguido.
Quando nos tornamos cristãos, precisamos chegar a compartilhar da perspectiva do Senhor sobre as pessoas, uma vez que esta é uma parte do sermos novas criaturas em Cristo. Paulo escreveu: "Assim que, nós, daqui por diante, a ninguém conhecemos segundo a carne; e, se antes conhecemos Cristo segundo a carne, já agora não o conhecemos deste modo" (2 Coríntios 5:16). As pessoas não devem mais ser avaliadas de acordo com a carne; isto é, riqueza, raça, habilidades, inteligência, personalidade, eloqüência, nem qualquer coisa externa é o critério que devemos usar para julgar outros. Afinal, na base das características carnais, Jesus seria julgado como um fracasso.
Costumamos usar aqueles por quem temos altas estima como modelos para nossas vidas; portanto, devemos usar o padrão correto para avaliar os outros. Paulo exortou os filipenses a imitarem as pessoas certas (Filipenses 3:17-18). João descreveu Diótrefes, um homem egoísta e arrogante, e descreveu Demétrio, um homem de excelente caráter. Entre suas descrições destes dois, João escreveu: "Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom" (3 João 11). Quem são os nossos modelos de conduta?
Em 2 Coríntios, Paulo descreveu os falsos mestres de lá e escreveu extensivamente sobre seu próprio ministério. Os dois eram radicalmente diferentes. As descrições de Paulo dos falsos irmãos e suas afirmações sobre si mesmo nos dão um modelo a evitar e um exemplo a ser seguido.
Os
Intrusos
Observe as características dos falsos mestres em 2 Coríntios:
Eles tinham orgulho da aparência (5:12). Eles exibiam impressionantes cartas de recomendação (3:1) e prosperavam na eloqüência do discurso (11:6), mas ignoravam a fundamental mudança de coração. Hoje em dia, muitos ficam impressionados pela impecável roupa de um pregador, seu estilo dinâmico, sua autoconfiança, mas freqüentemente pensam pouco na sua pureza, humildade e devoção.
Eles eram fanfarrões. Eles se ofereciam como o padrão e então se congratulavam por terem sido bem medidos! (10:12). Neste jogo idiota de auto-elogio Paulo disse que ele nem mesmo se aventuraria a se colocar na mesma classe. Eles se orgulhavam das igrejas que Paulo, realmente, tinha estabelecido. Eles valorizavam uma presença autoritária e se engrandeciam com visões e revelações que declaravam terem recebido (12:1-6). É comum os falsos irmãos de nossos dias nos dizerem como são grandes e que coisas maravilhosas têm feito. Talvez tenham medo que não notemos se eles não nos informarem.
Eles exigiam dinheiro. Paulo não permitia que os coríntios o pagassem, e este espírito desprendido tinha feito com que os intrusos parecessem cobiçosos. Por isso eles começaram a insinuar que Paulo sabia que não era um apóstolo real, pois se o fosse estaria cobrando por seus serviços. Eles queriam desesperadamente conseguir que Paulo também exigisse pagamento, para que eles não parecessem tanto com os exploradores que eram (11:7-12). Pedro advertiu que falsos mestres gananciosos estavam vindo que explorariam seus seguidores com falsas palavras, de modo a rechear suas carteiras de dinheiro (2 Pedro 2:1-3). Naquele tempo, como agora, esses pastores ávidos de dinheiro fazem com que o caminho da verdade seja difamado.
Eles eram rudes e insultantes. Paulo estava admirado de como os coríntios respondiam à maneira agressiva deles: "Tolerais quem vos escravize quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto" (11:20). O exibicionismo deles, o desdém, o abuso que estes homens descarregavam sobre os coríntios parecia impressioná-los. Quantos pastores de nossos dias são igualmente insultantes e tirânicos? Que contraste com a mansidão e gentileza de Cristo! (10:1).
Eles pervertiam a mensagem do evangelho (11:3-4). Era como se eles pensassem que o evangelho lhes pertencia, e que no interesse em aumentar a margem de lucro e a participação no mercado, eles poderiam barateá-lo para "vender seu peixe" (2:17). A verdade é que ninguém tem direito a alterar a mensagem para torná-la mais agradável (4:2). Todo mestre deve ser julgado por sua fidelidade na proclamação da mensagem como Deus a revelou, sem absolutamente nenhuma alteração. Os falsos mestres raramente encorajam a comparação cuidadosa de sua mensagem com a palavra de Deus.
Paulo
O ministério de Paulo foi caracterizado pelo sofrimento. Vezes e mais vezes, Paulo fala de suas provações e aflições (1:3-11; 4:7-12; 6:4-10; 11:23-33). Muitos, hoje em dia, pensam que pobreza, tribulação e doença são sinais do julgamento de Deus. Mas, de fato, estas coisas eram partes integrantes da vida de Paulo, como servo do Senhor. Ele imitava Jesus, que morreu e depois foi ressuscitado. Ele sempre levava consigo "no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo" (4:10). Mesmo quando Paulo se sentiu forçado a gabar-se para ganhar a atenção dos ouvintes entre os coríntios, ele se jactava de seus sofrimentos (11:23-33) e ressaltava experiências humilhantes. Paulo acreditava que a grandeza da glória de Deus era engrandecida quando seu evangelho glorioso era carregado por humildes e frágeis seres como os apóstolos (4:7).
Paulo serviu em fraqueza. Ele não procurou dominar e tiranizar seus "filhos" na fé porque ele via a si mesmo como um servo (4:5). Seus oponentes exploraram sua mansidão, acusando que ele podia escrever ousadamente, mas era fraco na confrontação cara a cara (10:1, 8-11). Paulo chegou a se gloriar da sua fraqueza, pois era deste modo que ele imitava o Senhor (12:9-10; 13:3-4). Há muitos, hoje, que pensam que os ministros deviam ser poderosos símbolos de sucesso. Humildade e paciência não têm valor; linguagem bombástica e autodomínio são o que importa. Pelos critérios mundanos de sucesso, tanto Paulo como Jesus foi fracasso.
Paulo foi sincero em sua obra porque ele sempre se lembrava a quem estava realmente servindo: o Senhor (1:12; 2:17). Uma consciência de que ele estava na presença de Deus dava o tom para sua vida e trabalho (2:17; 4:2; 5:11). O temer a Deus eliminará o comprometimento e o egoísmo na pregação. Isso impediu Paulo de oferecer curas superficiais para os males espirituais deles.
Paulo era ousado em sua pregação (3:12). Desde que ele sabia que sua mensagem era de Deus, ele a anunciava tão aberta e diretamente quanto possível. Ele escreveu: “... e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade" (4:2). Essa é uma excelente definição de pregação verdadeira, porque ela precisa simplesmente mostrar a verdade e apelar para a consciência do ouvinte.
Paulo ensinava outros em amor. Ele tinha passado dezoito meses ajudando pacientemente os coríntios a aprender o evangelho (Atos 18:1-17). Mas, com a chegada dos falsos mestres, eles tinham começado a duvidar da integridade de Paulo. Uma barreira tinha-se levantado quando eles começaram a questionar a confiabilidade dele em fazer planos de viagem, suas credenciais para pregar, sua falta de sucesso mundano, etc. Teria sido fácil para Paulo ter-se sentido ferido e se retirado. Em vez disso, ele abriu mais ainda seu coração e arriscou mais rejeição. Ele implorou aos coríntios que fossem igualmente abertos a ele (examine 6:11-13; 7:3).
Aplicações para nós
Precisamos examinar cuidadosamente as características que Paulo demonstrou e imitá-las, e temos que evitar as atitudes manifestadas pelos intrusos. Em nenhuma outra carta Paulo abre seu coração como o faz em 2 Coríntios. Sua transparência nos dá oportunidade para entender realmente seus motivos e atitudes e para imitar sua transformação, tanto externa como internamente.
Precisamos examinar aqueles que nos ensinam. Podemos (embora não devemos) aceitar e até preferir professores que exibam as características dos intrusos coríntios. As cabeças dos coríntios estavam voltadas para estes homens. Alguns dos mais carismáticos, eloqüentes e encantadores professores são falsos. Nossa falta de discernimento pode levar-nos a ser desencaminhados por eles. Cuidado!
Observe as características dos falsos mestres em 2 Coríntios:
Eles tinham orgulho da aparência (5:12). Eles exibiam impressionantes cartas de recomendação (3:1) e prosperavam na eloqüência do discurso (11:6), mas ignoravam a fundamental mudança de coração. Hoje em dia, muitos ficam impressionados pela impecável roupa de um pregador, seu estilo dinâmico, sua autoconfiança, mas freqüentemente pensam pouco na sua pureza, humildade e devoção.
Eles eram fanfarrões. Eles se ofereciam como o padrão e então se congratulavam por terem sido bem medidos! (10:12). Neste jogo idiota de auto-elogio Paulo disse que ele nem mesmo se aventuraria a se colocar na mesma classe. Eles se orgulhavam das igrejas que Paulo, realmente, tinha estabelecido. Eles valorizavam uma presença autoritária e se engrandeciam com visões e revelações que declaravam terem recebido (12:1-6). É comum os falsos irmãos de nossos dias nos dizerem como são grandes e que coisas maravilhosas têm feito. Talvez tenham medo que não notemos se eles não nos informarem.
Eles exigiam dinheiro. Paulo não permitia que os coríntios o pagassem, e este espírito desprendido tinha feito com que os intrusos parecessem cobiçosos. Por isso eles começaram a insinuar que Paulo sabia que não era um apóstolo real, pois se o fosse estaria cobrando por seus serviços. Eles queriam desesperadamente conseguir que Paulo também exigisse pagamento, para que eles não parecessem tanto com os exploradores que eram (11:7-12). Pedro advertiu que falsos mestres gananciosos estavam vindo que explorariam seus seguidores com falsas palavras, de modo a rechear suas carteiras de dinheiro (2 Pedro 2:1-3). Naquele tempo, como agora, esses pastores ávidos de dinheiro fazem com que o caminho da verdade seja difamado.
Eles eram rudes e insultantes. Paulo estava admirado de como os coríntios respondiam à maneira agressiva deles: "Tolerais quem vos escravize quem vos devore, quem vos detenha, quem se exalte, quem vos esbofeteie no rosto" (11:20). O exibicionismo deles, o desdém, o abuso que estes homens descarregavam sobre os coríntios parecia impressioná-los. Quantos pastores de nossos dias são igualmente insultantes e tirânicos? Que contraste com a mansidão e gentileza de Cristo! (10:1).
Eles pervertiam a mensagem do evangelho (11:3-4). Era como se eles pensassem que o evangelho lhes pertencia, e que no interesse em aumentar a margem de lucro e a participação no mercado, eles poderiam barateá-lo para "vender seu peixe" (2:17). A verdade é que ninguém tem direito a alterar a mensagem para torná-la mais agradável (4:2). Todo mestre deve ser julgado por sua fidelidade na proclamação da mensagem como Deus a revelou, sem absolutamente nenhuma alteração. Os falsos mestres raramente encorajam a comparação cuidadosa de sua mensagem com a palavra de Deus.
Paulo
O ministério de Paulo foi caracterizado pelo sofrimento. Vezes e mais vezes, Paulo fala de suas provações e aflições (1:3-11; 4:7-12; 6:4-10; 11:23-33). Muitos, hoje em dia, pensam que pobreza, tribulação e doença são sinais do julgamento de Deus. Mas, de fato, estas coisas eram partes integrantes da vida de Paulo, como servo do Senhor. Ele imitava Jesus, que morreu e depois foi ressuscitado. Ele sempre levava consigo "no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo" (4:10). Mesmo quando Paulo se sentiu forçado a gabar-se para ganhar a atenção dos ouvintes entre os coríntios, ele se jactava de seus sofrimentos (11:23-33) e ressaltava experiências humilhantes. Paulo acreditava que a grandeza da glória de Deus era engrandecida quando seu evangelho glorioso era carregado por humildes e frágeis seres como os apóstolos (4:7).
Paulo serviu em fraqueza. Ele não procurou dominar e tiranizar seus "filhos" na fé porque ele via a si mesmo como um servo (4:5). Seus oponentes exploraram sua mansidão, acusando que ele podia escrever ousadamente, mas era fraco na confrontação cara a cara (10:1, 8-11). Paulo chegou a se gloriar da sua fraqueza, pois era deste modo que ele imitava o Senhor (12:9-10; 13:3-4). Há muitos, hoje, que pensam que os ministros deviam ser poderosos símbolos de sucesso. Humildade e paciência não têm valor; linguagem bombástica e autodomínio são o que importa. Pelos critérios mundanos de sucesso, tanto Paulo como Jesus foi fracasso.
Paulo foi sincero em sua obra porque ele sempre se lembrava a quem estava realmente servindo: o Senhor (1:12; 2:17). Uma consciência de que ele estava na presença de Deus dava o tom para sua vida e trabalho (2:17; 4:2; 5:11). O temer a Deus eliminará o comprometimento e o egoísmo na pregação. Isso impediu Paulo de oferecer curas superficiais para os males espirituais deles.
Paulo era ousado em sua pregação (3:12). Desde que ele sabia que sua mensagem era de Deus, ele a anunciava tão aberta e diretamente quanto possível. Ele escreveu: “... e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade" (4:2). Essa é uma excelente definição de pregação verdadeira, porque ela precisa simplesmente mostrar a verdade e apelar para a consciência do ouvinte.
Paulo ensinava outros em amor. Ele tinha passado dezoito meses ajudando pacientemente os coríntios a aprender o evangelho (Atos 18:1-17). Mas, com a chegada dos falsos mestres, eles tinham começado a duvidar da integridade de Paulo. Uma barreira tinha-se levantado quando eles começaram a questionar a confiabilidade dele em fazer planos de viagem, suas credenciais para pregar, sua falta de sucesso mundano, etc. Teria sido fácil para Paulo ter-se sentido ferido e se retirado. Em vez disso, ele abriu mais ainda seu coração e arriscou mais rejeição. Ele implorou aos coríntios que fossem igualmente abertos a ele (examine 6:11-13; 7:3).
Aplicações para nós
Precisamos examinar cuidadosamente as características que Paulo demonstrou e imitá-las, e temos que evitar as atitudes manifestadas pelos intrusos. Em nenhuma outra carta Paulo abre seu coração como o faz em 2 Coríntios. Sua transparência nos dá oportunidade para entender realmente seus motivos e atitudes e para imitar sua transformação, tanto externa como internamente.
Precisamos examinar aqueles que nos ensinam. Podemos (embora não devemos) aceitar e até preferir professores que exibam as características dos intrusos coríntios. As cabeças dos coríntios estavam voltadas para estes homens. Alguns dos mais carismáticos, eloqüentes e encantadores professores são falsos. Nossa falta de discernimento pode levar-nos a ser desencaminhados por eles. Cuidado!
O homem como um ser social exerce a ação de influir as pessoas que o cercam. A esta força denominamos “influência”, sendo esta inevitável. Sempre estaremos influenciando alguém, quer queiramos ou não. E como temos influenciado? Positivamente ou negativamente? O versículo acima afirma que temos de influenciar positivamente de tal forma que provoque nas pessoas a atitude de glorificar a Deus
1. O
DEVER DE INFLUENCIARMOS POSITIVAMENTE
É a carta de Cristo - II Co 3.1-6
Somos o bom perfume de Cristo - II Co 2.14-17
Alguns exemplos: At 20.24; I Ts 1.8
Influência póstuma: Hb 11.4; Mt 26.13; II Pe 1.15; At 9.36-39. “O homem não deve deixar de viver quando morre, e sim, continuar vivendo ainda mais intensamente nas vidas abençoadas pela sua influência.”
É a carta de Cristo - II Co 3.1-6
Somos o bom perfume de Cristo - II Co 2.14-17
Alguns exemplos: At 20.24; I Ts 1.8
Influência póstuma: Hb 11.4; Mt 26.13; II Pe 1.15; At 9.36-39. “O homem não deve deixar de viver quando morre, e sim, continuar vivendo ainda mais intensamente nas vidas abençoadas pela sua influência.”
2. A MÁ
INFLUÊNCIA
Escandalizadora - Lc 17.1 e 2
Exemplo: I Rs 11.4 e 21.25, I Co 5.6 e 7, II Tm 2.17 e 18
Escandalizadora - Lc 17.1 e 2
Exemplo: I Rs 11.4 e 21.25, I Co 5.6 e 7, II Tm 2.17 e 18
3. ÁREAS
DE INFLUÊNCIA
No lar - I Co 7.14, I Tm 5.8 e II Tm 1.5
Na vida profissional - Mt 5.15 e Ef 6.5-9
Na igreja - At 2.42-47
Na sociedade - Mt 5.13-15 e Mt 13.31-33.
No lar - I Co 7.14, I Tm 5.8 e II Tm 1.5
Na vida profissional - Mt 5.15 e Ef 6.5-9
Na igreja - At 2.42-47
Na sociedade - Mt 5.13-15 e Mt 13.31-33.
CONCLUSÃO
Há um pensamento que afirma: “Você se torna eternamente responsável pela pessoa que cativa.” Nós devemos exercer no nosso lar, em nosso trabalho, em nossa igreja e na sociedade uma influência cristã. Não há como ficar neutro, ou influenciamos positivamente ou negativamente. Sejamos bons mordomos da força de influir.
Há um pensamento que afirma: “Você se torna eternamente responsável pela pessoa que cativa.” Nós devemos exercer no nosso lar, em nosso trabalho, em nossa igreja e na sociedade uma influência cristã. Não há como ficar neutro, ou influenciamos positivamente ou negativamente. Sejamos bons mordomos da força de influir.
Parte 8 - Mordomia dos Bens Ec 5.19
As pessoas quando falam acerca dos seus bens materiais, quase sempre, tratam deste assunto como algo secular sem valor espiritual. Não deve ser assim. Nesta lição trataremos do assunto sob o prisma divino revelado nas Escrituras.
1. O
QUE A BÍBLIA FALA DOS BENS MATERIAIS?
Deus é o dono dos nossos bens – Ex 19.5 e 6; Sl 24.1 e Ag 2.8.
A capacidade de adquirir os bens vem de Deus – Dt 8.15-18, I Cr 29.12 e Ec 5.19.
Os bens têm duração limitada – Sl 39.6, Sl 49.16 e 17, I Tm 6.7.
Deus é o dono dos nossos bens – Ex 19.5 e 6; Sl 24.1 e Ag 2.8.
A capacidade de adquirir os bens vem de Deus – Dt 8.15-18, I Cr 29.12 e Ec 5.19.
Os bens têm duração limitada – Sl 39.6, Sl 49.16 e 17, I Tm 6.7.
2. MAU
USO DOS BENS MATERIAIS
Quando os bens são adquiridos de forma desonesta – Pv 11.1, Rm 12.17, I Pe 2.1.
Quando deixa de ser servo para ser senhor do homem – Mt 19.23, Lc 16.13, I Tm 6.10
Quando leva o homem a esquecer-se de Deus – Dt 8.11-14.
Expõe o homem a grandes tentações – Mt 13.22 e I Tm 6.9.
Quando os bens são adquiridos de forma desonesta – Pv 11.1, Rm 12.17, I Pe 2.1.
Quando deixa de ser servo para ser senhor do homem – Mt 19.23, Lc 16.13, I Tm 6.10
Quando leva o homem a esquecer-se de Deus – Dt 8.11-14.
Expõe o homem a grandes tentações – Mt 13.22 e I Tm 6.9.
3. BOM
USO DOS BENS MATERIAIS
Quando são usados para a glória de Deus – I Co 10.31. “O dinheiro não pode subir aos céus, mas pode realizar coisas celestiais na terra.”
Quando os valores espirituais têm a primazia – I Rs 3.11-13, Mt 6.33.
Quando a ajuda ao próximo é lembrada – Mt 25.31-40, At 4. 34 e 35 e I Tm 6.17-19.
Termos um estilo de vida simples – I Tm 6.7-10, Mt 8.20.
Quando são usados para a glória de Deus – I Co 10.31. “O dinheiro não pode subir aos céus, mas pode realizar coisas celestiais na terra.”
Quando os valores espirituais têm a primazia – I Rs 3.11-13, Mt 6.33.
Quando a ajuda ao próximo é lembrada – Mt 25.31-40, At 4. 34 e 35 e I Tm 6.17-19.
Termos um estilo de vida simples – I Tm 6.7-10, Mt 8.20.
CONCLUSÃO
Como estudamos, os bens devem ser encarados sob o ponto de vista divino. Desta forma consagraremos os mesmos e o usaremos de forma agradável a Deus. Certa vez, Richard Foster disse que devíamos carimbar tudo o que temos com o seguinte lembrete: “Dado por Deus, prioridade de Deus, para ser usado para os propósitos de Deus.”
Como estudamos, os bens devem ser encarados sob o ponto de vista divino. Desta forma consagraremos os mesmos e o usaremos de forma agradável a Deus. Certa vez, Richard Foster disse que devíamos carimbar tudo o que temos com o seguinte lembrete: “Dado por Deus, prioridade de Deus, para ser usado para os propósitos de Deus.”
Parte 9 - Mordomia do Dízimo
Pv. 3.9 e 10
A palavra dízimo quer dizer “décima parte”. Portanto devolver a Deus a décima parte do que se ganha é dizimar. É importante entender que o dízimo deve ser uma atitude de entrega pessoal e gratidão. Não basta a devolução do dízimo. Temos que entregar a nossa vida, o nosso coração no altar de Deus. Não devemos devolver este como pagamos uma mensalidade, contas de luz e água, prestações de eletrodomésticos com medo de ter o nosso nome no “SPC divino”. A motivação que nos leva a dizimar não é o medo, mas o amor a Deus.
1. DÍZIMO
NO VELHO TESTAMENTO
A prática do dízimo é anterior a lei mosaica – Gn 14.18-20 e 28.18-22. Cerca de duzentos e cinqüenta anos depois de Jacó em Betel, Deus orientou a Moisés instituir o dízimo na lei.
Foi incorporada na lei mosaica – Lv 27.30.
Foi ensinada pelos profetas – Ml 3.8-12
A prática do dízimo é anterior a lei mosaica – Gn 14.18-20 e 28.18-22. Cerca de duzentos e cinqüenta anos depois de Jacó em Betel, Deus orientou a Moisés instituir o dízimo na lei.
Foi incorporada na lei mosaica – Lv 27.30.
Foi ensinada pelos profetas – Ml 3.8-12
2. DÍZIMO
NO NOVO TESTAMENTO
Jesus falou do dever de dizimar – Mt. 23.23 e Lc 11.42.
Melquisedeque como tipo de Cristo – Hb 7.1-10. No Novo Testamento fica claro que o dízimo é o referencial mínimo para a contribuição: Mt 5:20, Mc 12.41-44; At 2.44-45 e 4.32-37, II Co 8.1-5, I Co 16.2 e Jo 6.9
Jesus falou do dever de dizimar – Mt. 23.23 e Lc 11.42.
Melquisedeque como tipo de Cristo – Hb 7.1-10. No Novo Testamento fica claro que o dízimo é o referencial mínimo para a contribuição: Mt 5:20, Mc 12.41-44; At 2.44-45 e 4.32-37, II Co 8.1-5, I Co 16.2 e Jo 6.9
3. FINALIDADE
DO DÍZIMO
Manutenção da Igreja – Ml 3.10
Sustento dos obreiros – II Cr 31.4-6 e II Co 9.10-14
Manutenção da Igreja – Ml 3.10
Sustento dos obreiros – II Cr 31.4-6 e II Co 9.10-14
CONCLUSÃO
Deus é dono de todos os nossos bens. “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” Ele nos pede para devolver o dízimo dando este como referencial mínimo. Ele nos ensinou “melhor dar do que receber.” Aquele que não tem o dinheiro como ídolo e, pelo contrário, serve com este, tem como conseqüência (não é troca) bênçãos dadas por Deus. “... Fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança.”
Parte 10 - Mordomia das Oportunidades Cl 4.5
Durante a nossa existência temos várias oportunidades. Elas vêm e
Deus é dono de todos os nossos bens. “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” Ele nos pede para devolver o dízimo dando este como referencial mínimo. Ele nos ensinou “melhor dar do que receber.” Aquele que não tem o dinheiro como ídolo e, pelo contrário, serve com este, tem como conseqüência (não é troca) bênçãos dadas por Deus. “... Fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança.”
Parte 10 - Mordomia das Oportunidades Cl 4.5
Durante a nossa existência temos várias oportunidades. Elas vêm e
Passam.
Algumas de repetem, mas a maioria não. Por isto Paulo advertiu quanto ao uso
das oportunidades. Certa vez Jesus perguntou a um cego: Que queres que te faça?
Aquele cego teve a oportunidade de pedir qualquer coisa, mas usou bem a
oportunidade oferecida. Respondendo: Mestre, que eu veja.
1. TIPOS
DE OPORTUNIDADES
Oportunidades espontâneas
Oportunidades criadas
Oportunidades espontâneas
Oportunidades criadas
2. OPORTUNIDADES
DESPERDIÇADAS
II Rs 13,14-19; Mt 11. 10-24; 25.10 e Hb 12. 16 e 17
II Rs 13,14-19; Mt 11. 10-24; 25.10 e Hb 12. 16 e 17
3. OPORTUNIDADES
De salvação – Is 45.22, Is 55.6 e Hb 4.7b A vida – Sl 90.12 e Hb 9.27
De servir – Mt 25.44; Jo 9.4; Gl 6.7-10
De pregação - Ez 3.18,19; Mt 24.14
Do desenvolvimento da vocação - Mt 25.14-30
Profissional - Ef 6.4-9.
De salvação – Is 45.22, Is 55.6 e Hb 4.7b A vida – Sl 90.12 e Hb 9.27
De servir – Mt 25.44; Jo 9.4; Gl 6.7-10
De pregação - Ez 3.18,19; Mt 24.14
Do desenvolvimento da vocação - Mt 25.14-30
Profissional - Ef 6.4-9.
CONCLUSÃO
A vida é a mais preciosa oportunidade que Deus deu ao homem. Nela há muitas outras oportunidades. Peçamos a Deus sabedoria e visão para aproveitarmos e enxergarmos as oportunidades. Para que não lamentemos as oportunidades desperdiçadas, mas louvemos a Deus pelas aproveitadas.
A vida é a mais preciosa oportunidade que Deus deu ao homem. Nela há muitas outras oportunidades. Peçamos a Deus sabedoria e visão para aproveitarmos e enxergarmos as oportunidades. Para que não lamentemos as oportunidades desperdiçadas, mas louvemos a Deus pelas aproveitadas.
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